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6 de setembro de 2011

Sermonário Domingos 10


O programa de Domingos especiais, é um programa voltado para as lideranças de jovens que querem experimentar um “algo a mais” em suas igrejas.

A idéia é envolver o máximo de jovens durante os domingos que forem determinados pela Associação/Missão, como sendo de responsabilidade dos jovens.

Objetivos:

1. Desenvolver os jovens nas várias áreas de atuação da igreja.
2. Ter durante os domingos especiais todas as funções de uma igreja funcionando
de forma exemplar.
3. Levantar interessados no estudo da Bíblia. Estes interessados devem fi xar
sua convicção durante a semana de oração jovem que acontece no fi nal
dos domingos especiais.
4. Ter cultos bem organizados e bem freqüentados durante os domingos à
noite.

11 de abril de 2011

Semana Santa 2011 – Power Points e Videos



Acabamos não conseguindo fazer antes... Estamos atrasados mas mesmo assim achamos importante esse post. Todas as apresentações em formato *.pptx (versão Power Point 2007 a 2011) e vinhetas de video. Está em uma pasta unica para facilitar!


Logo postaremos também no 4Shared.

31 de março de 2011

Apostila Ilustrações

Uma das grandes dificuldades da diretoria jovem, é conseguir pessoas preparadas para pregar nos "te vejo na sexta", JA's, pequenos grupos, etc. Para tentar ajudar, conseguimos uma apostila com mais de 300 páginas com ilustrações (todas organizadas com um menuzinho) para deixar os sermões mais fáceis de serem entendidos! Se você gosta de pregar, é praticamente obrigatório o download!

18 de novembro de 2010

A Mulher de Ló


Você já ouviu um sermão inesquecivel?
De algum personagem que você não gostaria de esquecer?

Sabia que a própria Bíblia fala que não devemos esquecer de uma pessoa?
Abra a sua Bíblia em Lucas-17:32


"Lembrai-vos da mulher de Ló"


Quem foi Ló? Resumo - Genesis 18:17 até 19:26

Jesus estava falando esta palavra aos seus discípulos. Não era endereçada aos fariseus, aos estranhos ao evangelho, não. Era para o seu grupo íntimo, os apóstolos. E esta palavra é para você, meu irmão, que me ouve nesta noite.

E atendendo a ordem de Jesus, gostaria de lembrar com todos nesta hora três aspectos da história da mulher de Ló. E creio que Deus estará falando aos nossos corações, pois estes três aspectos nos ajudarão a desenvolver uma vida cristã mais sadia, que por sua vez nos levará a um testemunho mais comprometido com Deus e seu reino.

I A mulher de Ló era totalmente apegada ao pecado

Quando Jesus pede aos seus ouvintes para lembrarem da mulher de Ló, estava querendo que eles se lembrassem de como sua vida era apegada ao pecado. Ela e sua família moravam em uma das cidades mais pecaminosas de sua época, Sodoma.

Foi, sem dúvida, pela intercessão de Abraão que a família de Ló fora poupada da destruição. Mas Deus avisou: Quando vocês estiverem fugindo e correndo da destruição, não olhem para trás…. não olhem para trás…. não olhem para trás…. Nesta nova oportunidade, Deus queria que eles não tivessem nenhuma lembrança daquela cidade e daqueles habitantes. Mas a mulher de Ló estava muito apegada àquela vida, e àquela cidade, aos pecados daquela cidade; enquanto corria seu corpo estava se ausentando daquele lugar, mas não o seu coração. Seu coração e seus pensamentos permaneciam em Sodoma.

Crente girafa por mais crente que pareça, tem o corpo na igreja e a cabeça no mundo!

Onde está o teu tesouro, ali estará o teu coração. Mt. 6:21.
Nenhuma vida pode ser mudada sem que as raízes do pecado sejam cortadas.

Ou você escapa do pecado ou você se atola nele. É isso que a Bíblia diz: “Continue o injusto fazendo injustiça; continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça; e o santo continue a santificar-se. Apoc. 22:11. “Lembrai-vos da mulher de Ló!

II A mulher de Ló morreu sem precisar ter morrido

É assim que devemos lembrar dela. Como ALGUÉM que morreu sem precisar ter morrido. A tragédia da mulher de Ló é a tragédia do ser humano. E qual é então a tragédia? É não levar Deus a sério! As pessoas pensam que Deus está brincando de ser Deus, pensam que Deus não tem o que fazer… Mas Deus mandou o anjo dizer: Fujam e não olhem para trás… A mulher não acreditou e deve ter pensado: Será que é verdade o que Deus está dizendo? Vamos ver se é verdade. E olhou para trás, sendo assim transformada em uma estatua de sal. Vivemos em um tempo em que a maioria das pessoas não levam Deus a sério; a Bíblia fala uma coisa e as pessoas pensam que é outra. Quem deseja servir a Deus não pode ficar olhando para trás.
Nosso modelo deve ser o apóstolo Paulo: “…mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Fil. 3:13,14. Lembrai-vos da mulher de Ló. Destruiu sua vida porque não creu na palavra de Deus.

III A Mulher de Ló virou um monumento de incredulidade
Ela cuidou só dos seus interesses, das suas paixões, e deu pouca importância à sua alma. Ela se preocupou somente com o temporal e não com o eterno. “O que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perder sua alma? Ou o que daria o homem em resgate de sua alma?” Mateus 16:26. E se tornou em uma estatua de sal. Eu imagino naquela trilha, uma estátua de sal. É costume do nosso povo, sempre que acontece um acidente com vítima, a família coloca uma cruz. E toda vez que passamos naquele lugar, lembramos que aquela pessoa foi vítima de um acidente. Imaginemos agora aquele caminho ou trilha por onde fugiam Ló e sua família? Uma estátua de sal do tamanho de uma pessoa com a cabeça virada para trás. O que diriam as pessoas que por ali passavam? Aqui está a estatua de uma mulher que não acreditou na palavra de Deus, de uma mulher incrédula, que desobedeceu a Deus e olhou para trás. Essa estatua é uma lembrança de que todos devem exercitar a fé no Deus vivo e verdadeiro. Imagine quantas pessoas estão no processo de se tornarem estatuas de sal, pois não acreditam na palavra de Deus e serão os futuros monumentos da incredulidade. A única diferença é que são estatuas móveis e a mulher de Ló ficou parada na montanha, imóvel. Monumentos da incredulidade, pessoas que não acreditam na palavra de Deus. O anjo disse: Não olhes para trás, mas ela olhou. E Jesus pede para que nos lembremos da mulher de Ló. Não olhe para trás, olhe para frente e te mostrarei o que tenho preparado para você.

Conclusão

Cuidado com sua vida espiritual, para que não venhas a se tornar um monumento da incredulidade e passes para a história como a mulher de Ló. Você lembra de fulano? Virou uma estatua de sal! Aquela menina que cantava? Virou uma estatua de sal! Olhou para trás, para o mundo e naufragou na fé. Você deve analisar sua vida.. .. se você está num processo de petrificação, coração insensível peça ao Senhor que transforme seu coração, tirando de seu interior o coração de pedra e colocando um coração de carne, um novo coração, capaz de obedecer a Deus. Prossiga em sua caminhada cristã olhando para frente, conforme Hebreus 12: 1,2…. Lembrai-vos da mulher de Ló! De seu apego ao mundo e ao pecado; de sua morte prematura; de sua incredulidade. Jesus deseja que todos se lembrem destes detalhes, pois isso tem arruinado a vida de muita gente em nossos dias.

A maior desgraça que uma pessoa pode experimentar, é se arrepender de ter-se arrependido.
Isso nos ensina uma lição importante: não adianta o corpo estar fora.É preciso que o coração esteja fora juntamente. Quantas pessoas há com o coração tão apegado a este mundo!

“Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”. I Jo. 2:15.

Que esta frase fique gravada no seu coração: “Lembrai-vos da mulher de Ló”.

Você não está aqui para ser lembrado como uma estátua de sal, mas como sal, sal da Terra. A estátua é morta, não anda. Mas o sal cura, dá o gosto, conserva.

Que você possa ao ouvir (ler) esse sermão ficasse com essa frase para reflexão: Lembrai-vos da Mulher de Ló.

1 de novembro de 2010

Sermões do Pastor Alejandro Bullón

Quem não conhece o Pr. Bullón? É reconhecido como um dos maiores pregadores de nossa igreja. Mesmo jubilado, hoje as suas mensagens ainda falam fundo ao nosso coração. Abaixo para sua apreciação uma série maravilhosa de sermões apresentados por ele. São ao todo 40 temas importantes que vão nos ajudar em nossa trajetória cristã, fortalecendo a nossa fé em Jesus.

Para ouvir, ou baixá-los basta clicar nos links abaixo, a começar pelo primeiro estudo.

01. O Segredo do Poder de Jesus
02. A Entrega de Jesus
03. A Promessa Extraordinária
04. O Segredo da Morte (Lázaro)
05. A Conversão de Paulo I
06. A Conversão de Paulo II
07. A Glória que Ilumina a Terra
08. A Parábola do Semeador
09. A Luz da Palavra de Deus
10. Refúgio e Fortaleza
11. Crescendo no Reino de Deus
12. Crescendo em Deus
13. Tirai a Pedra (Lázaro)
14. Produzindo Frutos em Jesus
15. Conhecimento do Evangelho
16. O Verbo se fez Carne
17. Aceitando o Chamado
18. A Mulher Sírio-Fenícia
19. Casamento em Caná
20. No Tanque de Betesda
21. Pedro e Jesus na Praia
22. Estratégias do Inimigo
23. Genealogia de Jesus
24. Conversão (Falcão Alegre)
25. Perdidos e Achados
26. Separação devido ao Pecado
27. Tenho Sede !
28. Volta de Jesus. Quando?
29. Esta Consumado !
30. Perdido Dentro da Igreja
31. Poderia Não Amá-lo?
32. Milagres Não se Explicam
33. Convivendo com um Lobo?
34. É Possível ser Perfeito?
35. Que Farei para ser Salvo?
36. Por que ser submisso a Deus?
37. O Filho Pródigo
38. Apocalipse (parte 1)
39. Apocalipse (parte 2)
40. Apocalipse (parte 3)

14 de maio de 2010

Sermonário Semana de Oração JA 2010


Todos os sermões sugestivos para a Semana de Oração desse ano com o temas "Eles foram a Geração Esperança... e você?"




30 de março de 2010

Power Points e Vídeos da Semana Santa 2010


1. Palácio da Esperança (vídeo+palestra)
2. Esperança de Perdão (vídeo+palestra)
3. Esperança de Pureza (vídeo+palestra)
4. Esperança de Sustento (vídeo+palestra)
5. Esperança de Luz (vídeo+palestra)
6. Esperança de Amor (vídeo+palestra)
7. Esperança de Vida (vídeo+palestra)
8. Esperança de Felicidade (vídeo+palestra)


Sermonário:

26 de novembro de 2009

Sermões Pr. Mark Finley - Futuro com Esperança


Todos os Sermões apresentados pelo Pr. Mark Finley no Futuro com Esperança.



3 de setembro de 2009

Sermão Dia JA 2009 - Refletindo a Luz do Céu

O ano de 2009 abriu suas portas para receber no mais importante palácio do mundo – a Casa Branca – a figura ilustre do homem que derrotou o republicano John McCain nas eleições que definiram quem seria o 42º presidente da nação mais poderosa da atualidade. Barack Obama passou então a escrever uma nova página na história dos Estados Unidos da América.

Um jovem simples, criado sem a presença do pai, viveu na Indonésia nos anos de sua infância e chegou à Casa Branca para brilhar diante da nação e do mundo.

O presidente dos Estados Unidos tem uma influência capaz de mudar as decisões de muitos países; tem influência para iniciar ou acabar com as guerras em qualquer parte do planeta e até de mobilizar os empresários mais ricos, como os do G-20, para unirem seus propósitos diante de uma crise mundial.

Uma influência como essa pode ser uma poderosa luz para iluminar as trevas do mundo social ou uma falsa maneira de conduzir multidões para obedecerem a seus caprichos políticos.

Como cristãos, compreendemos que estamos no mundo, mas que não somos do mundo. Nossa missão é ser uma influência para refletir a luz do Céu! “O Senhor tem uma obra especial a fazer por nós individualmente. [...] Podemos exercer influência, poderosa influência, no mundo. Se estiver conosco o convincente poder de Deus, seremos habilitados a levar à conversão pessoas que estão no pecado.” – Mensagens aos Jovens, p. 26.

No entanto, para resplandecer e para que as nações andem sob a nossa luz, como nos disse o profeta Isaías, temos que tomar grandes e importantes decisões todos os dias de nossa vida, como jovens determinados a nos mantermos conectados com o Doador da vida e da esperança.

Você deseja saber quais são os passos que temos a dar para refletir a luz do Céu? Vamos então à Bíblia e ela nos mostrará...Para ver mais sobre o sermão, baixe o arquivo!

10 de julho de 2009

Como Fazer Um Sermão Estruturado


Esta é uma opção de estudo para auxiliar aqueles irmãos que estão iniciando na pregação na Igreja e até mesmo os que, mesmo já tendo alguma experiência, queiram aprimorar-se no tema. Em nossas visitas às IASD, temos sentido sempre a necessidade dos irmãos de novos pregadores e a falta de material prático, por isso procuramos torná-lo o mais didático possível, porque o que faltam não são pregadores, mas irmãos que saibam um mínimo de técnica para desenvolver seus dons. A verdade é que todos sempre terão algo lindo para falar sobre sua experiência com Deus.

Este estudo não visa esgotar o assunto, apesar de não se ater à simples fórmula de fazer sermão, porque o Autor entende que sermão não é apenas a leitura da Palavra de Deus, os comentários sobre ela e o porte do pregador, mas todo o culto, desde a recepção até a despedida da Igreja, a forma dos adoradores se portarem e outros detalhes mais. Deus é um Deus de detalhes. A natureza é diversificada e cheia de detalhes, foi criada por um Deus de detalhes. O culto deve ser a representação desse Deus e imprimir nos ouvintes a necessidade de salvação. Imagine uma briga de irmãos pouco antes de iniciar a palavra pelo pregador. Seja lá o que o pregador falar, as visitas irão levar a imagem da igreja atrelada àquela briga. Logo, todo o culto faz parte do sermão. Tudo tem de ter ordem e deve fazer parte minuciosa da adoração.

O Pregador deve sentir a grande responsabilidade que é subir ao púlpito. Todo o Universo estará olhando para o irmão. Ali é um lugar sagrado e deve ser visitado por homens separados para a grande missão da pregação do Evangelho Eterno. Grave bem, não é de qualquer evangelho é do Evangelho Eterno.

Outras fontes certamente deverão ser consultadas para um mais amplo aprendizado, mas esperamos que o objetivo de subsidiar a experiência do leitor seja alcançado com a graça de Deus e que Ele possa lhe abençoar nessa sagrada missão.

Se o irmão teve conhecimento deste estudo, não o guarde para si, tire cópias e o divulgue com os demais irmãos da igreja.
Até lá irmão, quando nos conheceremos pessoalmente.


26 de junho de 2009

A Voz da Juventude 2009


Sermonário com 9 sermões para "A Voz da Juventude"


Cartaz

23 de junho de 2009

Sou eu um Membro da Tribo de Dã?

Ilustração: Explicação sobre os 144 mil.

Introdução: Apocalipse 7:4

No registro das tribos encontradas em apocalipse 7, a última vez em que se menciona as 12 tribos na Bíblia, o relato fala dos 144.000, um grupo especial, que venceram todas as suas batalhas, são irrepreensíveis, derrotaram satanás e seus anjos.

Apocalipse 7:9

Características das Tribos:
Havia entre o grupo dos 144.000, representantes de todas as tribos de Israel. Aí encontramos:
• Ruben tendo vencido todas as suas fraquezas,
• Simeão e Levi neste tempo já estão com a vida transformada.
• Judá estava reconciliado com seus irmãos.
• Issacar e Zebulon estão em seus lugares.
• Quando chamados ali respondem Gade, Aser, Naftalí juntamente com manasses e Benjamim.

Comentário: Todos têm uma historia, de lutas e vitórias, fracassos e sucessos, mas enfim, pelo sangue de Jesus venceram estes os que lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

Ausência da Tribo de Dã

Ao fazermos uma leitura mais detalhada, percebemos algo interessante, existe entre os filhos de Jacó, uma ausência, uma das tribos não é mencionada em apocalipse, e esta é a tribo de Dã.

Relato Histórico da Tribo de Dã
Em Gênesis 49, Jacó chama seus filhos e dá a eles as ultimas orientações, ali encontramos a tribo de Dã. O profeta Ezequiel no capítulo 48 ao relatar as terras que cada tribo recebeu menciona Dã recebendo sua porção.

Mas entre o tempo de Ezequiel e o tempo em que João, algo aconteceu fazendo com que Dã excedesse em impiedade os demais irmãos, as demais tribos, a ponto de ser excluído de seus irmãos e excluído da herança eterna.

Perguntas para Considerar
Mas o que será que ocorreu de tão terrível que deixou Dã e seus membros fora do Céu? O que será que eles fizeram de tão abominável aos olhos de Deus que os deixou fora do lar celestial?

EXPLICANDO:

Gen. 49:1 e 2

• Jacó chama seus filhos,
• Dá a cada um deles uma benção e lhes faz saber algumas coisas que ocorreriam no futuro
• Tentar preveni-los de errarem.
• Começa com Ruben, Ruben meu filho você..., Simeão..., Leví..., Até chegar no V. 16 em Dã. Dã será a tribo que julgará seu povo.

Grande Elogio foi dado a Dã!
Ter a capacidade de fazer juízo, ser aquele que deveria julgar. Que valioso dom, pois é preciso muita capacidade para ser juiz. Isto exige uma penetrante visão da natureza humana com toda sua complexidade, exige uma exata percepção do certo e do errado, é necessário juízo equilibrado.

Nenhum Rubem poderia entrar aí, nenhum apaixonado Simeão, nenhum tardio Issacar. Dã sobressai a todos eles, perspicaz, varonil, alerta.

Dã deveria ter se tornado um colaborador de seus irmãos, deveria ser uma poderosa força para o bem em Israel.

O Problema da Tribo de Dã.
Virtude ou problema? Gen. 49: 17

Comentário: Faça em sua mente o seguinte quadro: uma pessoa em seu cavalo passando por um caminho envolvido de arbustos, no meio destes arbustos está uma serpente à espreita, só esperando o cavalo passar, então salta, morde o calcanhar do cavalo, fazendo-o empinar e atirando o cavaleiro para trás ferindo-o profundamente, talvez até matando.

O grande problema de Dã, foi não ter seguido o plano de Deus, e desviado de Sua vontade.

Por que ficaram fora do Céu?
1. Falso testemunho.
2. Mordiam por trás querendo aparentemente ajudar.
3. Levantavam boatos, falavam sem ter certeza, se o fato era ou não verdade.

É o terrível pecado do mexerico, da calúnia, da difamação.

Fico a pensar:
Será que eu não faço parte da tribo de Dã?
Será que não estou envolvido em alguns destes erros?


GERALMENTE:
• O irmão Danita não tem a real noção de quem é, e dos inúmeros erros que tem.
• Não conseguimos fazer uma análise de nós mesmos e perceber que temos maiores erros.

Mateus 7:3-5.

Argueiro é um pequeno cisco, trave é um grande pedaço de madeira.

O IRMÃO E A IRMÃ DANITA, AO JULGAR OS OUTROS:
• Aumentam seus defeitos • Diminuem suas virtudes.
• Comigo tudo bem, com os outros tudo mau. Isto não é nada mais nada menos que orgulho próprio em dose concentrada.

Ex: FARISEU X PUBLICANO
Fariseu: graças a Deus porque não sou como os demais membros da minha igreja, graças a Deus que não tenho os pecados do irmão A, B, ou C têm. Graças a Deus, pois sou melhor que eles. Em outras palavras: comigo tudo bem com eles tudo terrível.

Este tipo de cristão que faz parte dos Danitas, ao agir desta forma se coloca totalmente fora do alcance da possibilidade de arrependimento e obstrui o trabalho do Espírito Santo, pois o Espírito Santo não trabalha em corações de homens e mulheres mordazes. E quão terrível é alguém não ter em sua vida o Espírito Santo.

A Grande tragédia dos discípulos de Dã
A grande tragédia é que o irmão Dã vai se perder, mas o pior é que não vai sozinho, pois levará outros a se perderem por sua influencia maléfica. É por isso irmãos que Deus é tão severo e não tolera este pecado.

I Cor. 6:9 e 10, A Bíblia é clara sem mais palavras.

O QUE É UM MALDIZENTE?
É um boateiro, pessoa de língua solta. É aquele que na frente sorri, mas nas costas fala mal a nosso respeito. Paulo o coloca entre os principais pecados e diz que nenhum que esteja nele envolvido herdará o céu! Maldizente é o explorador de escândalos.

O Processo do irmão e irmã Danita é o seguinte:
Ex: DETÉM O AMIGO NA ESQUINA: (diácono)
Você sabe o que fez o DIÁCONO tal. “Eu pensava que aquele homem fosse uma coluna da igreja. Poderia ser chamado de santo, mas o mês passado segundo me disseram, ele... seus filhos... e dizem que sua mulher... naturalmente é um grande escândalo para a igreja e devemos conseguir uma reunião para esclarecer isto e expulsá-lo”. Eis o irmão Dã. Irmão Dã, o maledicente, o que morde por trás.

OU TALVEZ A IRMÃ DÃ: “dei um pulinho aqui irmã, mas é só um minuto. Não posso demorar, pois a comida ta no forno. Achei que precisava falar isso com alguém. Você conhece a irmã x? julgávamos tão boa senhora – profª da E S, dirigente da Adra e tudo mais. Não poderíamos imaginar que aquela senhora fizesse qualquer coisa ruim, mas sabe o que eu soube esta semana? Agora não quero que passe a mais ninguém. É terrível, é vergonhoso; mas não guarde isso contra ela. Quem diz que a outra vai ficar quietinha.

E assim o mal, e talvez haja sido um mal mesmo, cresce, expande e floresce no espírito maledicente dos Danitas, até que dilacera a igreja, e lança fora da carreira cristã, do caminho da salvação, esta aquela e mais outras ovelhas que necessitam de Pastor e não de serpente.

Salmos 101:5 “aquele que as ocultas calunia o próximo, a esse destruirei; o que tem olhar altivo e soberbo não o suportarei”.

(AQUELES QUE MORDEM POR TRÁS SERÃO DESTRUÍDOS)

ELLEN WHITE - FALAR MAL
“O falar mal é uma dupla maldição, caindo mais pesadamente sobre quem fala do que sobre quem ouve. Aquele que espalha a semente da discórdia,ceifa em sua própria alma os frutos mortais. Quão miserável é o mexeriqueiro, o que suspeita mal! é uma criatura alheia à verdadeira felicidade”. Testimonies, vol. 5, págs. 167-170.

O irmão e irmã Dã, são pessoas amargas, querem ver somente tragédia e caos e por isso não conhecem a verdadeira felicidade.

Quem é religioso?
Tiago 1:26

OS IRMÃOS DANITAS AINDA NÃO TEM RELIGIÃO.
Ellen White diz que a crítica procede de satanás. Ele a usa para afastar os irmãos, é a maldição da coletividade, todos perdem. Este é o mais terrível defeito que atinge a igreja, é canibalismo espiritual, pois devoramos os caracteres das pessoas. Será que não temos que vencer este mal em nossa igreja?

“Há alguns que vigiam com a mente e os ouvidos abertos para captar os escândalos que estão no ar. Reúnem pequenos incidentes que em si mesmos são sem importância, mas são repetidos e exagerados até que alguém seja considerado culpado. Seu lema é: conte e nos contaremos. Esse mexeriqueiros fazem a obra de Satanás com surpreendente fidelidade”. Test. Para ministros págs. 504.

O que fazer para nos Curarmos desse mal?

1. Reconhecer que temos esse pecado, reconhecer que é um grave pecado e um grande mal, sem isto não conseguiremos o perdão de Deus.
2. Parar de praticar, mudar de atitude, sentir tristeza.
3. Buscar o poder de Deus, só assim é possível vencer estas fraquezas.

Deus não quer que façamos voto de silêncio em relação as pessoas, mas sim que não falemos mal do outros.

As pessoas precisam de auxílio, não de críticos, de apoio não de fofoca e boatos. Palavras bondosas de animo são como um copo de água fria a alguém sedento.

Se alguém ainda faz parte da Tribo de Dã, o que fazer?
1. Não se envolver com o irmão Danita. Deixemos eles morrerem à mingua sem ter para quem contar suas estórias.
2. Convidar amigavelmente este irmão a mudar de atitude, deixar o que está fazendo e seguir o conselho de Salmos 1:1, caso não adiante, convide esta pessoa a sair de seu convívio.

ILUSTRAÇÃO
Em 1752 o grande pregador John Wesley e um grupo de piedosos homens, assinaram um pacto e cada um colocou na parede de sua casa: Fica estabelecido entre nos que assinamos este documento,

* Que não ouviremos, nem procuraremos saber de más informações a respeito dos outros.
* Que no caso de ouvirmos algum mal uns dos outros, não seremos afoitos em acreditar.
* Que tão logo for possível, comunicaremos oralmente ou por escrito, a parte acusada aquilo que ouvimos.
* Que não mencionaremos depois à outra pessoa.
* Que não faremos exceção a nenhuma dessas regras, amenos que nos julguemos absolutamente obrigados, em reunião de grupo, a fazê-lo.

CONCLUSÃO
Que Deus permita sairmos o mais rápido possível do meio dos Danitas e que em nós seja encontrado o caráter puro daqueles que fazem parte dos 144.000 que haverão de estar entre o grupo que desfrutará a companhia dos salvos.

Não há mais tempo para fecharmos o ouvido a voz de Deus, tenho certeza que todos queremos fazer parte deste grupo especial, mas é necessário que mudemos radicalmente algumas coisas em nossa vida, que não fazem parte do caráter dos 144.000. Todas as tribos estarão lá, menos uma.

Aquele grupo de danitas ficou de fora por não aceitar mudar, e nós, estamos dispostos a fazer esta mudança? Estamos dispostos a deixar de ser serpente junto ao caminho, que morde, que ataca, para sermos verdadeiros Pastores, que cuidam, que alimentam, que protegem, que salvam?

Power point para apresentação do Sermão:



16 de junho de 2009

Materiais Semana de Oração JA 2009 - Brilha em Mim


Sermonário em .doc (Word)



Sermonário em PDF (Adobe Reader)



Cartaz

27 de maio de 2009

Ebook de Sermões


Este Livro Eletrônico contém mais de 170 Sermões de grandes oradores.
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19 de novembro de 2008

Deus e esportes

Posso me alegrar com Jesus no Sábado e condescender com jogos no domingo??


“Deus se preocupa com um jogo de futebol? É claro que sim. Ele ama tanto as pessoas que se preocupa com tudo e qualquer coisa que elas façam.” — Kurt Warner, arremessador MVP do St. Louis Rams1

“Futebol e religião não caminham juntos.” — John Riggins, ex- MVP voltando do New York Jets e Washington Redskins2

Podemos dizer com autoridade espiritual (e parafraseando) que “ninguém pode servir a dois senhores : ou ele odiará um, e amará o outro, ou ele será devoto a um e desprezará o outro. Você não pode servir a Deus e aos esportes” (veja Mateus 6:24)?

Os frutos do Espírito—amor, alegria, paz, paciência, generosidade, bondade, fidelidade, gentileza e domínio próprio—ajusta-se com saques, batidas, mergulhos e golpes?

O que pensamos quando destacados Cristãos parecem ser altamente conhecidos como fãs de esportes? “Vocês não sabem que numa corrida todos os corredores correm” (1 Cor. 9:24, NIV) e “correm . . . pelo prêmio” (verso 24, NIV) e “treinamento físico é de algum valor” (1 Tim. 4:8, NIV) e “atletas exercitam-se” (1 Cor. 9:25, NRSV)? Posso me alegrar com Jesus Cristo no Sábado e condescender com jogos no Domingo?
Tenho ouvido proponentes e oponentes dos esportes ao longo dos anos. Muitos vivem em função dos campeonatos estaduais, nacionais e internacionais; ou eles simplesmente desejam que a temporada nunca termine. Outros (que não tem a mínima idéia sobre o que a última sentença significa) não se preocupam com isso. E alguns acreditam completamente que esporte competitivo é pecado. Não importa qual a perspectiva de alguém sobre este vasto e contínuo assunto, acabei ouvindo três “verdades” gerais sobre esportes de acordo com quase todos. Vamos examina-las.

1. Esportes entretêm a mente de questões mais importantes. Poucos descordariam com esta “verdade.” Os amantes dos esportes discordam, “Os esportes ajudam-me a manter minha mente livre do stress da vida. Eles são uma boa maneira para me relaxar, divertir, recrear e para equilibrar os desafios difíceis de uma vida cheia de atividades.” O crítico de esportes competitivos opõe-se, “Sim, esportes tiram sua mente de importantes questões da vida. Os esportes distraem homens e mulheres de lidarem com os importantes assuntos espirituais e relacionais para o qual Deus nos chama para prestar atenção de perto e continuamente.” A menos que você esteja no negócio dos esportes, está bastante claro que esportes tiram sua mente de problemas mais importantes—trabalho, pagar contas, religião, relacionamentos e assim por diante...

Primeiro, para o argumento dos amantes de esportes, recreação e diversão: é claro que Jesus nunca planejou que homens e mulheres estivessem em constante e incessante atividade. Ele disse aos seus discípulos, “Venham ... e descansem por enquanto” (Marcos 6:31, NRSV); e “Vamos examinar o outro lado do lago” (Lucas 8:22, NIV). O que me impressiona sobre Jesus é sua diminuição de esforços de trabalho e ministério. Ele limitou seu trabalho para apenas 12 discípulos e poucos amigos íntimos. Ele focalizou seu trabalho apenas sobre o povo Judeu, enquanto havia um mundo inteiro de nações para salvar. Ele tomou tempo para comer e brincar com crianças. Aqueles que seguiram a Jesus descobriram o que C. S. Lewis reconheceu em sua famosa observação “Alegria é o negócio sério do Céu.”

Algumas de minhas memórias mais afetuosas são de assistir jogos de futebol com meus irmãos, chamando meu pai à meia-noite no colégio no nono turno para celebrar uns bravos de vitória juntos. Sobrevivi ao alívio do stress com o basquetebol na faculdade, ensino secundário, e pós-graduação. Jogar tênis com meu amigo David, agora me mantém em forma.

É difícil acreditar que Jesus rejeitaria completamente a alegria de participantes e espectadores de esportes. Cristãos que sentem a falta do valor e a ordem de Jesus não tão subjetiva “Divirtam-se!”, são freqüentemente pessoas que não se parecem com o Deus brincalhão a quem servimos.

Por outro lado, os esportes podem ser uma distração excessivamente evasiva. Aqui os críticos fazem uma observação importante. Quando a ESPN é uma rede de programação 24 horas em seu lar, alguma coisa está errada. Deveríamos nos preocupar com cristãos que reclamam do trabalho e de um cansaço tão grande que não podem servir o pobre, freqüentar reuniões de oração, adorar regularmente no fim de semana, ou gastar tempo com a esposa, pais, filhos, ou amigos – enquanto isso assistem, falam, freqüentam, e lêem sobre esportes todo o tempo. Deveríamos nos preocupar quando um seguidor de Cristo é uma verdadeira enciclopédia atlética, mas não sabe explicar o ensino de Cristo no sermão da montanha. Deveríamos nos preocupar quando os discípulos dos esportes não estão totalmente engajados na vida abundante que Deus tem em mente para eles. Deveríamos nos preocupar se isso nos descreve.
Recompilação de documentos orientadores pelo Centro E.G.White da Univ. Adv. Del Plata - Espanhol
* Recreação e Diversão.* Declaração por Artur L. White, secretario do Ellen G. White Estate. * Compilação de escritos de E.G.W.* Esportes em Instituições Educacionais Adventistas

Isto pode parecer meio fora-de-moda. . . , mas acredito que é verdade. Se a maioria dos cristãos tomassem metade do tempo que eles gastam assistindo esportes na televisão e investissem na família, comunidade, serviço para a igreja, estudo bíblico, e oração, suas igrejas se tornariam lugares espiritualmente radicais. Imagine o que três horas de oração no Domingo à tarde fariam por um grupo de homens tementes a Deus (ainda mais se deixassem os jogos das quartas e feriados!). Imagine como se poderia revolucionar um casamento, se semanalmente, ao invés de assistir ao jogo houvesse um “namoro noturno” do casal. Imagine se o mês de campeonato fosse usado como um mês de voluntariado intencional para os pobres. Tomando um investimento de grande tempo longe dos esportes e colocando-o em atividades cuja conta realmente seria extraordinária.

Saúde espiritual requer uma posição em algum lugar entre a abstinência e a obsessão. Diversão é uma boa coisa de tempos em tempos. Distração permanente é fatal. O escritor de Eclesiastes escreve, “Há . . . um tempo para chorar e um tempo para rir” (Ecl. 3:1-4) e “Não seja justo em demasia” (Ecl. 7:16). Algumas vezes seriedade e trabalho são santos. Algumas vezes rir e brincar são santos. Santidade é equilíbrio.

2. Esportes são competitivos.
Os desportistas afirmam, “Os esportes ensinam-me como competir com energia e integridade no mundo real.” Os caluniadores dos esportes opõe-se, “Esportes são competitivos demais e não têm lugar na mente ou coração de um cristão.” Destes, poucos discordariam: esportes são competitivos.

A história é contada sobre um treinador que arrastou para fora um de seus jovens jogadores de uma pequena liga durante o jogo. “Você entende o que é cooperação? O que é um time?” O pequeno garoto fez sinal com a cabeça que sabia. “Você entende que o problema é que se ganhamos será como um time? O pequeno garoto inclinou a cabeça afirmativamente. “Então,” o treinador continuou, “quando o árbitro apita ou você perde o lance, você não discute ou pragueja ou ataca o juiz. Você entende tudo isso?” Novamente o pequeno garoto inclinou-se. “Bom,” disse o técnico. “Agora vá lá e explique para sua mãe.

Alguma coisa está errada quando a pessoa “madura” é alguém incapaz de manter sua moderação. Alguma coisa está errada quando a “criança” tem uma melhor compreensão sobre jogo do que o então chamado adulto. A Bíblia indica que cristãos deveriam se tornar maduros para que possam ajudar aos descrentes— os menos maduros— a entender a que uma verdadeira vida de adulto se assemelha.

É desanimador na melhor das hipóteses e embarassador na pior assistir um cristão perder sua calma no campo. Um amigo que aludiu a esportes internos na Universidade de Andrews muitos anos atrás me contou que alguns dos estudantes do seminário que participaram tinham a pior das atitudes. “Eles conheciam a lei de Deus, então eles obviamente acreditaram que eles conheciam as regras de basquetebol, as regras de futebol, e a regra do softball. Eles discutiam e se queixavam constantemente.” Tenho um amigo (e proeminente líder cristão) que perde sua calma toda vez que ele joga um esporte. Linguagem indecorosa, gritaria e conversa ralé são ocorrências regulares. Muitos Cristãos ganham ofensivamente e perdem amargamente. A competição tem uma maneira de apresentar cores verdadeiras das pessoas.

Há um problema, contudo, em rejeitar esportes totalmente porque eles são competitivos. Se rejeitarmos alguma coisa porque ela é competitiva, não fazemos muito. O Namoro é construído numa competição. O mercado de trabalho em qualquer carreira, incluindo a ministerial, é intensamente competitivo. A entrada no ensino secundário e universidades é competitiva. A Bolsa de valores é competitiva. Igrejas devem competir pela atenção e compromisso das pessoas. Conheço mulheres que não suportam a natureza competitiva dos esportes, mas que se comparam e se contrastam com outras mulheres (principalmente através de fofoca) todo o tempo. Conheço homens que apresentam uma linguagem agressiva contra a natureza competitiva de esportes e que são cruéis no trabalho. (O capitalismo é por definição competitivo.) O paradigma da não-competição não funciona.

A resposta correta, não importa qual o tipo de competição, é ser um bom esporte. Ganhar e perder são fatos da vida que não mudarão neste lado do céu. Ser um cristão maduro requer maturidade em vitória ou derrota. Ser um cristão maduro requer jogar dentro das regras e tratar os “oponentes” com respeito. Em esportes, maturidade é observar que é apenas um jogo. É chamar de injusto você próprio, celebrar o sucesso do outro time, jogando duro sem jogar sujo, contar um arremesso sem apontar a bola na face do seu oponente.
Os esportes podem nos ensinar muito sobre ganhar e perder. Os pais de times infantis que levam seus filhos para tomar sorvete juntos—ganhando ou perdendo—ensinam uma valiosa lição sobre prioridades. O adolescente que perde por causa de uma má advertência por um treinador, mas escolhe perder com graça, aprende uma lição valiosa sobre como lidar com injustiça na vida. Até mesmo o fã que torce por um time perdedor por décadas aprende um tipo de lealdade que a torcida que muda de vencedor para vencedor, nunca sabe.

A posição espiritualmente responsável é a que conduz a competição com graça e integridade cristã. Fique longe de uma situação competitiva (incluindo esportes) se você não pode lidar com ela. Mas muito melhor, cresça em maturidade pessoal no lugar onde você pode lidar com responsabilidade competitiva. O segredo do fruto do Espírito é que ele aplica-se em cada situação.

3. Esportes ensinam comportamento.
Os proponentes dos esportes afirmam, “O esporte é uma grande maneira de aprender lições importantes e valores para a vida—até mesmo mais do que simplesmente ganhar e perder.” Os oponentes dos esportes dizem, “Esportes e personalidades esportivas influenciarão você de maneiras que manterão você longe de Deus e desencorajarão a vida moral.”
É fácil encontrar exemplos negativos no mundo do atletismo. Apenas leia estas manchetes americanas:

· Eugene Robinson, jogador de futebol e conhecido Cristão, foi pego com uma prostituta na noite antes do Super Bowl.
· Ray Lewis, jogador de futebol, envolvido em uma luta de faca que acabou em assassinato.
· Charles Barkley, jogador de basquetebol, cospe em fãs.
· Roberto Alomar, jogador de baseball, cospe num juiz.
· Bill Romanaski, jogador de futebol, cospe em outro jogador.
· Darryl Strawberry, jogador de baseball, preso por uso de droga.
· Dennis Rodman, jogador de basquetebol, em que situação?
· Marty McSorley, jogador de hóquei, sentenciado por tentativa de homicídio culposo por violentamente bater na cabeça de outro jogador com seu bastão.
· Pete Rose, jogador de baseball, proibido formalmente do esporte pela vida inteira por apostar nele.
· Bobby Knight, técnico de basquetebol, demitido por incontrolável raiva e insubordinação.

É também fácil de ver como a cultura dos esportes freqüentemente influencia os comportamentos destrutivos e pobres qualidades de caráter. O abuso do álcool, apostas e violência doméstica são problemas comuns associados com competição atlética. Agressão, raiva incontrolável, e um desejo de dominar um oponente são qualidades freqüentemente vistas em atletas e seus fãs. Freqüentemente existe uma sutil atitude que triunfa masculinidade sobre feminilidade. Quando a um jogador do sexo masculino é dito que ele “joga como uma mulher” ou ele é um “homem afeminado,” isto não apenas machuca o indivíduo mas também cria uma cultura que deprecia mulheres.

Mas enquanto atitudes negativas rodeiam o esporte, há também muitas grandes pessoas das quais aprender—e grandes lições que podem ser compiladas através do atletismo. Um exército de livros foi escrito por atletas que procuram usar sua influência profissional para o bem. O futebol de Reggie White, O baseball de Dave Dravecky, e o basquetebol de A. C. Green são três de muitos exemplos americanos. O movimento dos “Promise Keepers, em alto grau, combinou uma atmosfera semelhante ao esporte com responsabilidade espiritual vivendo para ajudar a transformar a vida dos homens. Seu fundador, ex-treinador de futebol do ensino secundário Bill McCartney, abraça uma causa de ajuda a proeminentes atletas para comunicar-lhes a mensagem de Cristo. (No caso do Brasil existem os Atletas de Cristo e outras associações de esportistas que se unem para testemunhar e pregar o evangelho). Não muito tempo atrás sentei em um restaurante em Atlanta, EUA, e ouvi por acaso uma conversa espiritual de 90 minutos vinda de quatro homens sentados numa mesa próxima a mim. Quem guiou a discussão? Brett Butler, ex-jogador de baseball da Major League e conhecido Cristão.

Além de figuras “positivas” de atletas, os esportes podem ensinar-nos como viver uma vida melhor. O Ex-atleta profissional e ex-senador dos Estados Unidos, Bill Bradley afirma em seu Values of the Game que o basquetebol ensina “paixão,” “disciplina,” “altruísmo,” “submissão,” e “coragem,” entre outras qualidades importantes. Seu Time Present, Time Past conta-nos o valor que jogo de basquetebol teve em seu desenvolvimento como homem.

O esporte foi um grande professor em minha própria vida. Quatro anos de ginástica na faculdade me ensinaram trabalho duro, ir através da dor, o valor de uma equipe de trabalho, como me submeter a ordens, como dar ordens, e como colocar-me em uma posição secundária pelo bem do time. O lema do nosso time “Qualquer que seja o prêmio” ilustrou um valor de compromisso que muitos de nós aprendemos de numa maneira que nunca tínhamos conhecido antes.

A ponto central da maturidade espiritual é usar o julgamento e a sabedoria sobre como os esportes causarão impacto sobre nossos valores. Escolha uma atitude prudentemente. Você encontrará influências positivas e negativas nos esportes—assim como no governo, nos negócios, nos círculos educacionais, e na igreja. Cada experiência na vida conduzirá você ou em direção a Deus ou para longe dEle. Nisto incluem-se os esportes. Permita que a alegria do esporte ensine a você ser uma pessoa melhor.

Finalmente, a melhor solução—e mais bíblica—é conectar Deus e os esportes. Faça a pergunta “Como Jesus agiria se Ele estivesse em meu lugar?” Pergunte “Como Jesus jogaria se Ele estivesse em meu lugar?”

Deus e esportes? Sim. Se Ele estiver no campo ou na quadra.

27 de setembro de 2008

Decepcionando Jesus


Texto: Mateus 26:36-45
Tema: O Sofrimento de Jesus no Getsêmani

INTRODUÇÃO (vv. 36-37)
Jesus encerrou Seu trabalho de pregação com os discípulos e realizou a última Ceia. Logo após, o grupo dirige-se ao Getsêmani para um momento especial pelo qual Jesus teria que passar. Judas já não estava mais com o grupo. Jesus e os 11 chegam à entrada do jardim, onde ficam alguns deles e apenas 3 entraram com Jesus.
Pedro, Tiago e João são os convidados a partilharem de um momento especial no ministério de
Jesus. Eles têm a tarefa de orar para que nem eles nem Jesus fraquejassem naquele momento crucial para a história da humanidade. O que aconteceu? Eles atenderam ao apelo de Cristo, ou O decepcionaram nesta hora tão difícil?

I. A PRIMEIRA DECEPÇÃO
A. Jesus contava com a oração dos Seus amigos (v. 38).
1. Naquele momento de grande angústia, Jesus esperava contar com o apoio daqueles a
quem Ele tinha tanta estima e consideração.
2. A angústia pela qual Ele estava passando era tremenda. Todos os pecados da humanidade pesavam-Lhe sobre os ombros. (v. 39)
B. Os discípulos mais amados deixam-se vencer pelo sono (vv. 40-41)
1. Quantas vezes já aconteceu de Jesus ir em busca de nosso auxílio, e nós estarmos “dormindo”?
a. No trabalho missionário.
b. Na vergonha de testemunhar do Evangelho para nossos amigos.

II. A SEGUNDA DECEPÇÃO
A. O texto menciona que novamente Jesus os encontra dormindo, pois “seus olhos estavam pesados” (v. 43)
1. O que faz nossos olhos ficarem tão “pesados”, que não conseguimos nem mesmo passar um breve momento orando a Deus, buscando o poder?
a. Orgulho pessoal – nos impede de sentir a necessidade de Deus.
b. Vaidade – anuvia nossa mente das coisas espirituais e celestes.
c. Falta de amor fraternal – semeando a discórdia entre os irmãos.
d. Falta de fé – não temos a certeza de que Deus nos ouve e nos vê.

III. A TERCEIRA DECEPÇÃO

A. A angústia de Cristo era tanta que Seu suor transforma-se em sangue (Lc 22:44).
B. Todo o peso pelo pecado da humanidade recaía sobre Ele, sozinho. O céu ficou em silêncio para ver se Jesus sairia vitorioso sem usar o poder real que Lhe era conferido.
C. Toda a hoste satânica estava a atormentar a Cristo com o pensamento de que os discípulos (presentes e futuros) não mereciam tamanho sofrimento. Os Seus queridos discípulos O abandonaria seguidas vezes e rejeitariam Seu amor.
D. Novamente Ele vem em busca de uma palavra de apoio dos Seus amados, vem em busca da certeza de que não estava só (v. 45).
1. Novamente eles estão “dormindo”.

IV. A VITÓRIA FINAL
A. Jesus decide prosseguir, custe o que custar.
B. Mesmo conhecendo nossos pecados, Ele não nos abandona à própria sorte. Decide derramar Seu sangue e beber o cálice da dor, se este for o único caminho para redimir o pecador arrependido.
C. O amor de Jesus é mais forte que Sua dor.

ILUSTRAÇÃO

No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”. Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos. De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava.
Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado “Amigos” estava ao lado do arquivo “Amigos que traí”.Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: “Livros que li”, “Mentiras que contei”, “Conselhos que dei”, “Piadas das quais ri”. Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: “Coisas que gritei aos meus irmãos”. Em outros não havia a menor graça: “Coisas que fiz quando estava com raiva”, “Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”. Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava.
Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos. Quando puxei o arquivo “Músicas que escutei”, vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado. Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado “Pensamentos sensuais”. Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento tomou conta de mim: “Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!”Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo. Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim. Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível.
Pensei: “Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”Quando enxugava as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus!
Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não falou. Simplesmente chorou comigo. Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei “Não!” bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: “Não!” “Não!”. Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrito com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado. Colocou a mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos…

CONCLUSÃO
Mesmo em meio a tamanho sofrimento, mesmo com a decepção de saber que Seus queridos discípulos O abandonariam em breve, e não resistiram nem mesmo alguns minutos de sono para orarem por Ele; mesmo assim, Cristo aceita ser o sacrifício expiatório pelos pecados de todos os homens. Seu amor pela humanidade é mais forte que a dor física pela qual teve que passar.

APELO
A. Precisamos acordar do pecado. Abrir nossos olhos espirituais.
B. Deus tem expectativas a nosso respeito. Nosso testemunho pessoal deve ser o maior sermão que podemos pregar aos outros. Não podemos permitir que as dificuldades e temores do dia-a-dia nos impeçam de estarmos alertas quanto Jesus nos procurar.
C. Quantos estão dispostos a, assim como Jesus, permanecerem firmes pelo que é certo e serem vencedores no grande dia de prova que está à nossa frente? Fiquem de pé, pois faremos uma oração de poder ao nosso Deus pela sua decisão.

1 de setembro de 2008

Conquistando as Multidões

Sermão para o sábado 6 de setembro de 2008 - Impacto Esperança

Por Erton C. Köhler
Presidente da Divisão Sul-Americana da
Igreja Adventista do Sétimo Dia

I. INTRODUÇÃO
1. Finalmente chegou o dia tão esperado do Impacto Esperança .
2. Hoje, toda a família adventista na América do Sul está unida neste movimento.
3. Foram meses sonhando e preparando a igreja para compartilhar a mensagem da segunda vinda de Jesus com o máximo possível de pessoas.
4. Chegou o momento de fazer a diferença em nossa comunidade.
5. Durante todos os dias de sonhos e preparação Deus nos ensinou a pensar grande, e o Espírito Santo nos abriu muitas portas.
6. Deus está nos demonstrando que este é o momento profético de pregar o “evangelho do reino” (Mat. 24:14) para que Cristo volte logo.
7. Por isso, vamos avançar para as grandes conquistas que Deus quer dar ao povo que nasceu para pregar essa mensagem e essa esperança.
8. Vamos em nome do Senhor, com oração e consagração, vencer essa batalha espiritual.

II. UMA VISÃO DO APOCALIPSE
1. Quero lhe convidar a abrir a Bíblia no livro do Apocalipse.
2. O livro do remanescente, que destaca o povo de Deus através dos tempos.
3. É o livro que tem nossa certidão de nascimento.
4. Nascemos para anunciar a segunda vinda de Cristo.
5. Se você observar:
a. O capítulo 10 apresenta nossa história, através do livrinho doce e amargo.
b. O capítulo 12, especialmente o verso 17, apresenta nossas características.
c. O capítulo 14, especialmente os versos 6-12, apresentam nossa missão.
6. O Apocalipse também é o livro da esperança na segunda vinda.
7. No capítulo 1:7, ele começa falando: “Eis que vem com as nuvens e todo o olho o verá...”
8. No capítulo 22, o último do Apocalipse e de toda a Bíblia, os versos 7, 12 e 20 repetem a certeza dada por Jesus: “Eis que venho sem demora...”
9. Mas, se pudesse resumir todo o livro, usaria a mensagem à igreja de Filadélfia, no capítulo 3 verso 8:
a. “Eis que ponho diante de ti uma porta aberta.”
b. O Apocalipse é o livro que mostra o interesse de Deus em orientar e salvar seu povo.
c. É um livro de amor, de oportunidades, de portas abertas.

III. CONQUISTANDO AS MULTIDÕES
1. No livro do Apocalipse, porém, me impressiona de maneira especial o capítulo 7.
2. Antes de falar do sétimo selo.
3. Depois de falar dos 144.000.
4. O verso 9 fala de uma grande multidão.
a. “Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos.”
5. O apóstolo João viu uma grande multidão no céu.
6. Mais tarde, no capítulo 19, ele repete sua visão da grande multidão.
7. Deus tem uma atração especial pelas multidões.
8. Quando Cristo veio a esta terra ele gostava de alcançar os grandes grupos, e freqüentemente as multidões O seguiam.
9. Ele não perdia essas oportunidades.
10. Ao pensar nas multidões vistas por João no céu, três coisas me chamam a atenção:
a. Se vamos ter uma grande multidão no céu, temos que abrir a porta dos céus a ela:
· Precisamos ser mais habilidosos em apresentar nossa mensagem.
· Precisamos apresentar uma mensagem relevante à vida daqueles que vivem em nossa comunidade, em pleno século 21.
· Não vamos baixar nossos valores, princípios e mensagem, mas podemos torná-los relevantes hoje.
· Precisamos de menos polêmicas e de mais poder.
· Precisamos de uma abordagem positiva.
· Precisamos levar as multidões a desejarem o céu, como Cristo fazia enquanto esteve na terra.
· Por isso o Impacto Esperança toca nas necessidades que a maioria das pessoas possuem apresentando a Cristo e Sua Palavra como a grande solução e a maior esperança.
· Vamos abrir as portas dos céus às multidões que vivem ao nosso redor.
b. Temos que pregar às multidões:
· Ellen White, no livro Evangelismo, página 122, é clara ao dizer que “os pastores designados por Deus hão de achar necessário envidar esforços extraordinários para atrair a atenção das multidões”.
· Precisamos continuar atendendo cada pessoa que necessita de salvação.
· Mas, a medida que o tempo se aproxima do fim, também precisamos encontrar maneiras de apresentar a mensagem ao maior número possível de pessoas.
· Abreviando a pregação do evangelho do reino e a volta de Cristo.
· Por isso a igreja tem usado de maneira cada vez mais forte os meios de comunicação.
· Estamos investindo forte na internet, que é o grande veículo de comunicação do momento. A internet está, a cada dia, chegando a toda a população, e para ela estão convergindo todas as mídias.
· Estamos melhorando a qualidade da TV Novo Tempo para torná-la mais acessível a cada país.
· Estamos avançando na unificação de nossas rádios e investindo no sistema de rádio via internet.
· Usando melhor os meios de comunicação a mensagem vai chegar melhor às multidões.
· Mas o Impacto Esperança é o grande movimento para alcançarmos grandes grupos.
· Hoje, mais de dois milhões de adventistas na América do Sul vão sair para entregar 20 milhões de revistas.
· Além delas, serão entregues também 25,5 milhões de folhetos com o resumo da mensagem.
· Ao todo serão 45,5 milhões de literaturas.
· Sendo que cada revista é lida por quatro pessoas, em média, você pode fazer as contas sobre a quantidade de pessoas que serão alcançadas.
· Além disso, já temos um milhão de adesivos e 10 mil outdoors pregando silenciosamente.
· No portal missionário http://www.esperanca.com.br/ e no “Youtube” temos, também, a revista em vídeo totalmente ilustrada.
· Lá está também a revista em áudio para aqueles que preferem ouvi-la.
· Ela está disponível, também, on-line para ser enviada por e-mail a amigos e ser folheada na tela do computador.
· Além disso, está disponível na linguagem de sinais, braile, e uma boa quantidade de outros idiomas do mundo.
· Através de tudo isso, esperamos pregar a pelo menos 100 milhões de pessoas nos oito países que compõem a Divisão Sul-Americana.
· Temos 300.290.019 habitantes no território da Divisão Sul-Americana.
· Com isso, queremos alcançar, no mínimo, um terço de todos os habitantes do continente.
· É nosso desafio pregar às multidões para vê-las no céu.
· Essa é a sua oportunidade para estar totalmente envolvido neste movimento que vai apressar a volta de Cristo.
c. Precisamos conquistar as multidões
· Deus não quer que apenas preguemos às multidões, mas também que as conquistemos para Ele.
· No dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo agiu com poder, uma multidão de três mil pessoas foi batizada.
· As promessas de um movimento ainda mais poderoso estão reservadas para a chuva serôdia, quando o Espírito Santo será derramado outra vez, para a colheita final.
· Por isso, quero lhe desafiar a pensar grande.
· Pensar em grandes conquistas para o Senhor.
· Queremos crescer muito, mas queremos crescer bem.
· Não podemos levar multidões ao batismo de qualquer forma, mas é possível prepará-las bem e mesmo assim conquistá-las.
· Já pensou se cada membro da igreja na América do Sul, durante um ano, conquistasse uma pessoa para Jesus?
· Somos mais de dois milhões. Em um ano conquistaríamos uma multidão de dois milhões de pessoas e dobraríamos o número de membros.
· É possível crescer muito e crescer bem.
· Temos hoje em nossa Divisão 9.395 municípios.
· 5.564 têm presença adventista.
· Em 3.831 não temos nenhuma igreja estabelecida.
· Por outro lado, somos 2.147 distritos pastorais.
· Se cada distrito adotasse uma nova cidade, cada ano, em no máximo dois anos estabeleceríamos a igreja em todos os nossos municípios.
· Podemos ou não pensar grande?
· O profeta Joel nos garante, no capítulo 3 verso 14 do seu livro, que existem multidões no vale da decisão esperando ser conquistadas para Jesus.
· Por isso, hoje, quando vamos em busca dessas multidões, vamos trabalhar juntos, para também levá-las a uma decisão por Jesus e pelo reino dos céus.

IV. CONCLUSÃO
1. Quero lhe desafiar a sair e conquistar pessoalmente sua pequena multidão.
2. Juntos vamos conquistar uma grande multidão.
3. Busque de preferência seus vizinhos, conhecidos, parentes, colegas de trabalho e pessoas por quem você tem orado.
4. Faça algo mais que entregar uma revista.
5. Converse, testemunhe, ore com as pessoas alcançadas.
6. Convide-as para participar conosco na igreja no sábado que vem.
7. O programa deverá ser especial, não podemos perder esta grande oportunidade.
8. A recompensa Deus vai lhe dar em parte aqui na terra, mas completamente no reino dos céus.
9. Juntos podemos fazer muito mais, e é essa a história que, pela graça de Deus, vamos hoje escrever.
10. Vamos sair, em nome de Deus.
11. Chegou a hora.
12. Você é capaz de imaginar tudo o que vai acontecer?
13. Quero chamar sua atenção para a influência de uma única revista encontrada no lixo. (Obs: Mostrar neste momento o vídeo com o testemunho “Uma Revista, Um Milagre.”)
14. Imagine agora 20 milhões entregues com oração!
15. Veja essa história e, logo após, vamos nos organizar, orar e sair em nome do Senhor.

26 de agosto de 2008

Sermonário e Cartaz do Dia do Jovem Advetista


“Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória.” Colossenses 3:4


VIVO POR JESUS é o lema que une mais de um milhão e quinhentos mil jovens de toda América do Sul. Com um só coração, levantam suas mãos ao céu para mostrar o sinal do sacrifício de Jesus e dizer ao mundo: Vivo por Jesus e para Jesus.

Neste ano todos os jovens adventistas dos cinco continentes do planeta Terra estão mobilizados pelo tema do SACRÍFICIO de Jesus por nós na cruz.

De acordo com o lema de que o amor de Cristo nos motiva, nosso alvo é que os jovens compreendam plenamente o sacrifício de Cristo, e sejam impulsionados por este amor grandioso e vivam esta experiência com o coração cheio de compaixão pelo próximo.



23 de junho de 2008

Semana de Colheita Jovem, A Voz da Juventude e Batismo da Primavera


Semana de Colheita Jovem

A Semana de Colheita Jovem é uma parceria entre o Ministério Jovem e o Ministério Pessoal. Este projeto vai além da tradicional Semana de Oração JA, é uma semana especial com três tipos de público-alvo:
- Jovens Interessados.
- Jovens Afastados.
- Jovens da Igreja.

A data sugestiva para este ano é de 12 a 19 de julho. Utilize os materiais de apoio para esta programação, disponíveis em sua Associação ou Missão:

- Cartaz: com espaço para você preencher a data e horário de acordo com a sua igreja.
- Convite: este é um material especial, formado de duas partes destacáveis; em uma delas você vai colocar o nome de um convidado especial que você gostaria de ver na igreja, pode ser um interessado ou um membro afastado, ali você vai encontrar 7 passos importantes para o contato com esse amigo; a outra parte é o convite que você vai entregar a ele ou ela com uma mensagem motivacional.
- Sermonário.
- Sermões em Power Point.

Lembre-se de algumas providências a tomar para o sucesso da semana em sua igreja:
- Reuniões de planejamento.
- Plano de divulgação.
- Definir o orador ou montar a escala de pregadores.
- Recepção.- Equipe de louvor.- Mensagem musical.
- Cantinho de oração.
- Caixinha de pedidos e agradecimentos.
- Brindes especiais para quem ir a todas as noites.
- Programações especiais para os sábados de abertura e encerramento da semana, desde a Escola Sabatina, passando pelo Culto Divino, Culto Jovem e programa social à noite.
- Organizar serenatas para os interessados e afastados.- Batismo.


A Voz da Juventude


Após o término da Semana de Colheita Jovem inicia A Voz da Juventude. Um programa realizado por jovens durante oito domingos consecutivos. Esse culto vibrante tem início no domingo dia 20 de julho e vai até o domingo dia 07 de setembro.

O tema motivacional de 2008 é: Vivendo a Esperança! Um motivo que incentiva e apoia o Impacto Esperança e o Batismo da Primavera.

Desde já faça os acertos necessários com a comissão da igreja e o ancião do mês para ganhar o apoio de todos.

Ao contrário da Semana de Colheita, na Voz da Juventude, o ideal é ter um pregador para cada domingo, que não precisa ser necessariamente jovem.

A dinâmica de cada culto deve seguir uma mesma orientação, envolvendo o trabalho das equipes de recepção, louvor, música, programação, etc.

Materiais de apoio:
- Cartaz: com espaço para você preencher a data de início e o horário de acordo com a sua igreja.
- Sermonário.
- Sermões em Power Point.



Batismo da Primavera

“Vivendo a Esperança”.
O Ministério Jovem está à frente do maior batismo do ano, mas trabalha em parceria com todos os departamentos da igreja. Por isso, você como diretor(a) de jovens deve estar na organização desta programação especial.
Slogan: Decidi viver com esperança. Vou ser batizado na primavera!

Materiais de incentivo:
- Cartaz: com espaço para preencher o dia e horário da grande festa espiritual.- Convite: destinado para os batizandos convidarem seus amigos especiais.

O desafio:
Cada igreja batizando seis pessoas e cada grupo batizando três pessoas.