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4 de novembro de 2010

Mini Ebook O Desafio de Amar


Esta jornada de quarenta dias não pode ser encarada superficialmente.
Ela é um desafio e, na maioria das vezes, um processo difícil, mas incrivelmente recompensador. Aceitar esse desafio exige uma mente determinada e decisões firmes.

O seu propósito não é o de ser experimentado ou testado por pouco tempo, e aqueles que desistirem cedo, perderão os maiores benefícios. Se você se comprometer com um dia de cada vez em um período de quarenta dias, os resultados poderão mudar a sua vida e o seu casamento.





3 de agosto de 2010

Tocado por Nossos Sentimentos



Desde que eu era um menino pequeno, no início de 1920, meus pais me ensinaram que o Filho de Deus veio a este mundo com a herança física semelhante ao de qualquer outro bebê humano. Sem destacar Sua linha de ascendência de pecadores, eles me contaram de Raabe e Davi, e enfatizavam que, a despeito de Sua herança física, Jesus viveu uma vida perfeita como criança, jovem e adulto. Eles me diziam ainda que Cristo compreendia minhas tentações, pois foi tentado como eu, e que desejava conferir-me poder para vencer como Ele o fez. Isso me impressionou profundamente, pois me ajudou a ver Jesus não apenas como meu Salvador, mas como exemplo, e a crer que por Seu poder eu poderia viver uma vida vitoriosa.

Em anos posteriores aprendi que o ensino de meus pais com respeito a Jesus estava bem alicerçado na Bíblia, e que Ellen G. White, a mensageira do Senhor à igreja remanescente, deixou clara essa verdade em numerosas declarações, como as que abaixo seguem:

“Que as crianças tenham em mente que o menino Jesus tomou sobre Si mesmo a natureza humana, em semelhança de carne pecaminosa, e foi tentado por Satanás como todas as crianças o são. Ele foi capaz de resistir às tentações de Satanás através da dependência do divino poder de Seu Pai celestial, enquanto era sujeito à Sua vontade e obediente a todos os Seus mandamentos.” Youth’s Intructor, 23 de agosto de 1894.

“Jesus teve a idade de vocês. As circunstâncias e os pensamentos que vocês têm nesse período de vida, Jesus também os teve. Ele não pode passá-los por alto nessa fase crítica. Cristo compreende os riscos que os envolvem. Ele está relacionado com as tentações de vocês.” Manuscript Releases, vol. 4, pág. 235.

Uma das principais razões pelas quais Cristo entrou na família humana para viver uma vida de conquistas, desde o nascimento até a maturidade, foi o exemplo que Ele deveria dar àqueles a quem viera salvar. “Jesus tomou a natureza humana, passando pela infância, meninice e juventude, para que pudesse saber como simpatizar com todos, e deixar um exemplo para todas as crianças e jovens. Ele está relacionado com as tentações e as fraquezas das crianças.” Idem, 1 de setembro de 1873.

Em meus anos de curso médio e faculdade, continuei a ouvir de professores adventistas e pastores que Jesus tomou a mesma natureza carnal que cada ser humano tem – carne afetada e influenciada pela queda de Adão e Eva. Destacava-se que os católicos não criam nisso, porque sua doutrina do pecado original exige que afastem Jesus da carne pecaminosa. Eles fizeram isso ao criar o dogma da imaculada conceição, a doutrina em que Maria, a mãe de Jesus, embora concebida naturalmente, estava desde o momento de sua concepção, livre de qualquer mancha do pecado original. Assim, uma vez que ela era diferente de seus ancestrais e do restante da raça decaída, podia prover seu Filho com carne semelhante à de Adão antes da queda. Embora alguns protestantes rejeitem a doutrina católica, a maioria ainda debate sobre a diferença entre a humanidade de Cristo e a da raça à qual veio Ele salvar. Sobrenaturalmente, dizem eles, Ele foi privado da herança genética que poderia ter recebido de Seus degenerados antepassados, daí estar isento de certas tendências contra as quais os seres humanos, como um todo, precisam batalhar.




13 de julho de 2010

Crise e Vitória - Raymonf F.Cottrell


A abundante informação de que dispomos a respeito dos acontecimentos futuros, tanto na Bíblia como nos escritos do Espírito de Profecia, apresenta-se nesta obra na forma de resenha cronológica a fim de estimular e facilitar mais diligente estudo desses temas da maneira em que foram apresentados pela inspiração. Ao procurar estabelecer o equilíbrio entre a fraseologia original e a coerência do relato, não pudemos evitar que aquela sofresse algumas modificações e que esta deixasse de alcançar a simetria verbal que lhe gostaríamos de dar. Sem dúvida, tem-se envidado todo esforço possível para conservar fielmente o sentido do contexto original. As frases copiadas literalmente estão entre aspas. São usados nesta obra aproximadamente 850 referências, com a respectiva indicação da página.

Desejamos que os textos se tornem sumamente benéficos e os ajudem positivamente a se prepararem para a crise vindoura e para alcançarem a vitória em que ela terminará.




16 de junho de 2010

Revelando os Mistérios de Daniel



Este livro é o resultado da transcrição de 12 palestras, ao vivo, realizadas pelo Pr. Mark Finley numa série de apresentações ao programa Está Escrito, que pode fazer parte do cumprimento profético do livro de Daniel, cujo final, apresenta dramáticas conclusões: “Muitos correrão de uma parte para outra e o conhecimento se multiplicará.” (Daniel 12:4). Em cumprimento à profecia de Daniel, o programa Está Escrito, através de seu orador Pr. Mark Finley, leva as Boas Novas da Palavra de Deus a mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo.

Os temas aqui abordados enfocam capítulo por capítulo o livro de Daniel e apresentam de uma forma viva as revelações das profecias. Descubra, página à página, os eventos futuros que nos aguardam e aplique de forma prática os ensinamentos proféticos em sua vida hoje.

Revelando os Mistérios de Daniel fará você mais sereno, feliz e esperançoso no futuro!

Obs.: Esta reprodução tem finalidades evangelísticas e missionárias, e sua distribuição é sem finalidades lucrativas.


31 de maio de 2010

Meu Deus, Meu Dinheiro e Eu - Valter Dobelin


Na Bíblia, a palavra prosperidade, aquela que permanece, está ligada à bênção de Deus. Como cristãos sabemos que as riquezas vêm de Deus, pois é Ele que dá sabedoria para as adquirirmos e entendemos que ser próspero é um desejo legítimo que o próprio Deus implantou no ser humano.
Na história do Velho Testamento encontramos o registro de pessoas que receberam riquezas como evidência do favor divino, como: Abraão, Isaque, Davi, Salomão e outros.
Deus tinha um propósito em dar riquezas a esses homens, e o tem, também conosco, hoje: Cooperarmos no estabelecimento do Seu reino neste mundo.
Alguns dizem que o reino de Deus é a presença de Cristo no coração do homem, e isso é uma grande verdade. Mas esse homem tem de ser alcançado pelo evangelho; tem de ser encontrado onde estiver: em casa, na rua, no trabalho, no lazer, em qualquer lugar; por meio de um encontro pessoal ou pelos meios de comunicação. Em seu livro “Conquistando Almas Lá Fora Onde Os Pecadores Estão”, T.L. Osborn insiste em que os pecadores serão encontrados lá onde eles estão pelo corpo de Cristo, que é a igreja, que somos nós. Isso demanda planejamento, tempo, disposição, dinheiro, etc. Deus nos dá essas coisas e nos diz: “Ide por todo o mundo e anunciai o evangelho a toda criatura”. - Mar. 16:15.
Durante Seu ministério terrestre, Jesus esteve com os pobres, mas recebeu apoio de famílias abastadas, para suprir Suas necessidades, bem como as de Seus discípulos.
José de Arimatéia, um homem rico da região, providenciou o sepultamento do Mestre. Os discípulos também receberam ajuda dos evangelizados.
O livro dos Atos dos Apóstolos descreve a vida entre os conversos: “Vendiam suas propriedades e bens ...”
Muitas coisas mudaram desde aqueles dias até o nosso tempo, entretanto, pregadores e suas famílias continuam a ter necessidades de alimento, de roupas,de um lugar para morar, de educação para os filhos, de recursos para viagens, entre outras.
Precisamos disponibilizar a mensagem de Salvaçao no Rádio e na Televisão. Queremos dar ajuda aos necessitados em creches, asilos, centro de recuperação para viciados; queremos ver crescimento nas escolas, hospitais e nas igrejas; enfim, o evangelho deve ser levado avante e Deus convida a todos para participarem dessa missão.
O enfoque principal deste livro é o reino de Deus; sua implantação, seu desenvolvimento, seu estabelecimento definitivo e que parte desempenhamos nele.
O meu desejo é que você, caro leitor, seja ricamente abençoado. Que a prosperidade em sua vida seja uma bênção e não uma maldição.
Que quando Cristo vier possa nos chamar de “servo bom e fiel” e que possamos ouvir dele a tão desejada frase:“Entra no gozo do Teu Senhor”.


21 de maio de 2010

O Livro dos Martires - John Foxe


Cristo, nosso Salvador, no Evangelho de são Mateus, ouvindo a confissão de Simão Pedro, o qual, antes que todos os outros, reconheceu abertamente que Ele era o Filho de Deus, e percebendo a mão providencial de seu Pai nisso, o chamou (aludindo a seu nome) de "rocha", rocha sobre a qual edificaria Sua Igreja com tal força que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela. E com estas palavras se devem observar três coisas: primeiro, que Cristo teria uma igreja neste mundo. segundo, que a mesma Igreja sofreria uma intensa oposição, não só por parte do mundo, senão também com todas as forças e poder do inferno inteiro. E em terceiro lugar que esta mesma Igreja, apesar de todo o poder e maldade do diabo, se manteria.
Vemos esta profecia de Cristo verificada de modo maravilhoso, por quanto todo o curso da Igreja até o dia de hoje não parece mais que um cumprimento desta profecia. primeiro, o fato de que Cristo tenha estabelecido uma Igreja, não necessita demonstração. Segundo, com que força se opuseram contra a Igreja príncipes, reis, monarcas, governadores e autoridades deste mundo! E, em terceiro lugar, como a Igreja, apesar de tudo, tem suportado e retido o que lhe pertencia! É maravilhoso observar que tormentas e tempestades ela tem vencido. E para uma mais evidente exposição disto tenho preparado esta história, com o fim, primeiro de que as maravilhosas obras de Deus em sua Igreja redundem para Sua Glória; e também para que ao expor-se a continuação e história da Igreja, possa redundar em maior conhecimento e experiência para proveito do leitor e para a edificação da fé cristã.
Como não é nosso propósito entrar na história de nosso Salvador, nem antes nem depois de Sua crucifixão, só será necessário lembrar aos nossos leitores o desconcerto dos judeus pela Sua posterior ressurreição. Ainda que um apóstolo o havia traído; embora outro o tinha negado, sob a solene sanção de um juramento, e ainda que o resto tinha-o abandonado, a exceção daquele "discípulo que era conhecido do sumo sacerdote", a história de sua ressurreição deu uma nova direção a todos seus corações e, depois da missão do Espírito Santo, transmitiu uma nova confiança em suas mentes. Os poderes de que foram investidos lhes deram confiança para proclamar Seu nome, para confusão dos governantes judeus, e por assombro dos prosélitos gentios.




10 de maio de 2010

Viagem ao Sobrenatural



As experiências e recordações da infância e da guerra haviam levado Roger Morneau para longe de Deus de tal maneira, que ele agora O odiava. Depois da guerra, Roger foi levado, através de um amigo, a adorar demônios. Então, ele descobriu as boas novas de um Deus amoroso, e sentiu o desejo de cortar os laços de adoração aos espíritos. Aqui Roger Morneau narra sua própria história de como o socorro divino o livrou do terrível mundo do satanismo.




22 de abril de 2010

História da Comunicação Adventista no Brasil



Ao discutir a pauta a respeito dos fatos relacionados à história dos jornalistas da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil e seus vínculos com a mídia impressa secular, despertouse
a curiosidade em resgatar o que a imprensa secular produziu a respeito dos adventistas; que assuntos alimentaram a mídia quando lhes oportunizou esse espaço, e como a Igreja reagiu diante das notícias negativas e boatos preconceituosos propalados pela imprensa escrita. Além do papel desempenhado pelos líderes eclesiásticos e comunicadores na Igreja, sublinhou-se a relevância de se conhecer que temas os até então raros profi ssionais adventistas de imprensa abordaram na mídia secular; o que redigiram quando aproveitaram as brechas para a divulgação da Igreja e de um diversifi cado estilo de vida; que difi culdades enfrentaram diante da crescente
secularização da sociedade; de que forma a Igreja reagiu à presença desses profi ssionais; e como esses analisam a comunicação na Igreja hoje e quais são suas propostas para o aperfeiçoamento deste setor.

A divisão histórica proposta no primeiro capítulo recebeu a corroboração das pesquisas da jornalista Fabiana Bertotti e do doutor Vanderlei Dorneles.1 Apesar disso, este material não pode ser considerado um produto acabado em si, face às dificuldades encontradas conforme se explica em seguida.
As entrevistas com profissionais adventistas e pastores que trabalharam ou atuam na comunicação constataram o primeiro embaraço: a Igreja praticamente não tem memória. Isto se evidenciou quando da pesquisa junto ao pastor Irineo Koch, então diretor de Comunicação da sede sul-paranaense dos adventistas (Associação Sul-Paranaense), se ele poderia apresentar recortes de periódicos com a Igreja como notícia.
Koch respondeu que, por uma falha grave, não guardaram os jornais que saíram as notícias locais.2 Em geral, os relatos desta matéria se baseiam na história oral, dependem da lembrança de cada entrevistado, às vezes imprecisa, ou contraditória. Exemplo disso o pastor Roberto Doehnert, 88 anos, narra, falando do dia em que sua família virou notícia em um jornal paulistano.
Todavia, nem ele nem a mulher lembram o nome do jornal e a data da publicação. Mas outros fatos eles conseguem decodificar dos arquivos da memória. Doehnert se entusiasma ao citar os artigos de Arthur Valle publicados todos os domingos na Gazeta do Povo, de Curitiba, quando este respondia pelo Departamento de Relações Públicas da antiga Associação Paranaense. Mais animado, de repente surge outra lembrança para Doehnert: o Congresso Jovem realizado em 1956, na Quitandinha, antigo hotel-cassino próximo a Petrópolis. “Eu sei que houve um flash da imprensa, só que eu não guardei nada”, confessa Doehnert.3 Ele recorda que o quarteto Bando da Lua cantou no congresso, uma participação de não-adventistas. Uns criticaram isso, mas eles satisfizeram expectativas e gostos dos participantes. A harmonia deles chegou a receber elogios.
Este trabalho resulta mais de um esforço de jornalismo investigativo do que de uma pesquisa científica, apesar dos complementos teóricos presentes ao longo do texto. Para tanto, foram entrevistadas 41 pessoas, in loco, por telefone ou e-mail. Outras vinte tentativas se frustraram, levantando nova constatação: a de que muitos comunicadores ainda não se habituaram ao uso de e-mail, ou de, pelo menos, dar retorno aos contatos e recados deixados com secretárias. Assim, a ausência de muitos nomes e sua importância na história da comunicação adventista não poderá ser contestada. Cerca de quinze horas gravadas em fitas cassetes estão conservadas, cujo conteúdo passou pelo processo de decupagem e edição. Nem todo o áudio poderá ser ouvido, pois existe o compromisso ético de preservar a integridade moral das fontes, já que foram feitas severas críticas ao atual modelo de comunicação adotado pela Igreja. Isto não significa que o material ora exposto sofreu alterações ou omissões. Apenas se deseja impedir a possibilidade de intrigas e retaliações, instigando tão somente a análise e o surgimento de perspectivas viáveis ao aperfeiçoamento da comunicação na Igreja.
Dentre todos os nomes pesquisados, três deles se tornaram unânimes no conceito da esmagadora maioria dos comunicadores e jornalistas: Roberto Azevedo, como o pioneiro desbravador das redações na mídia secular; Arthur Valle, como o primeiro adventista diplomado em Comunicação Social/Jornalismo; e Elon Garcia, como o mais experiente profissional, ainda em atividade, com 58 anos de trânsito nas redações e agências de publicidade, e de colaboração com a Igreja.
A hipótese de que o primeiro jornalista adventista a atuar na mídia secular teria sido Emílio Doehnert, não se comprovou. Emílio, pai de Roberto, exerceu a função de tipógrafo, e não de jornalista, no periódico Die Zeit (O Tempo), em 1921, quando ainda existiam muitos jornais em língua alemã na capital paranaense. O veículo pertenceu à família do empresário Max Schrape, proprietário da Impressora Paranaense, indústria de embalagens, algumas delas muito conhecidas, como a caixa amarela dos chocolates Garoto e os pequenos invólucros das lâminas de barbear Gillette.
Emílio começou a trabalhar em jornal aos 14 anos de idade, em 1910. Em 14/4/1912, no Der Beobachter (O Observador), ele teve o privilégio de compor a notícia do naufrágio do Titanic.4 Emílio só se batizou em 1917. Este jornal de língua alemã defendia os interesses da comunidade luterana, representada pelo Collegio Alemão. O historiador João Marcassa descreve os embates pedagógicos entre os educadores luteranos e os professores do Collegio Internacional, dos adventistas: “O sistema de ensino usado pelos adventistas no Collegio Internacional suscitou uma disputa com o Collegio Alemão, defendido pelo jornal Der Beobachter.” Com o objetivo de conhecer seu contexto, recorreu-se à Biblioteca Pública do Paraná, arquivos de jornais e ao Museu da Memória, mas nada se preservou dessa época.
Discursos apologéticos entre religiosos se tornaram um marco na história do Paraná desde a chegada dos primeiros imigrantes europeus.
Os historiadores Wilson Martins, David Carneiro e Ruy Wachowicz analisam esses fatos, sobressaindo-se a troca de farpas entre os jornais O Dezenove de Dezembro e O Municipal. O primeiro, defendendo o bispo de Curitiba, e o segundo, o pastor da Primeira Igreja Batista.
Contudo, isso serve de estímulo para se aprofundar essa pesquisa e apurar a veracidade e importância desses acontecimentos como antecedentes no surgimento de uma cultura adventista local mais aberta ao ramo da comunicação.



12 de abril de 2010

História dos Hebreus - Flávio Josefo


Flávio Josefo foi um escritor e historiador judeu que viveu entre 37 e 103 d.C. Seu pai era sacerdote, e sua mãe descen­dia da casa real hasmoneana. Portanto, Josefo era de sangue real. Ele foi muito bem instruído nas culturas judaica e grega. Falava perfeitamente o latim — o idioma do Império Romano — e também o grego. Logo cedo, demonstrou intenso zelo religioso, filiando-se ao grupo religioso dos fariseus. Durante toda a sua vida, a sua terra e o seu povo estiveram sob o domínio romano.
Em 66 d.C, irrompeu uma revolta dos judeus contra os romanos, e josefo foi enviado para dirigir as operações contra os dominadores, na turbulenta Galileia. Aí ele logrou algumas vitórias, mas logo foi derrotado, rendendo-se ao exército romano. Finda a guerra, foi conduzido a Roma, onde lhe conferi­ram a cidadania romana e também uma pensão do Estado, época em que lhe foi dado o nome romano de Flávio. Ele viveu em Roma até o fim de sua vida, escrevendo a obra que atravessaria os séculos e chegaria até nós. Depois da Bíblia, é a maior fonte de informações sobre os impérios da Antigüidade, o povo judeu e o Império Romano.
As obras de Josefo vêm sendo preservadas e divulgadas pela Igreja cristã, uma vez que os judeus até hoje consideram josefo um oportunista, devido ao seu relacionamento com os romanos.
Qualquer estudante da Bíblia encontrará em Flávio Josefo descrições mi­nuciosas de personagens dos Evangelhos e de Atos do Apóstolos, tais como Pilatos, os Agripas e os Herodes. A história desses personagens e inúmeros pormenores do mundo greco-romano, relatados nesta obra, receberam sur­preendente confirmação com as recentes descobertas de Qunram e Massada, em Israel, as quais conferiram aos relatos de Josefo uma credibilidade ainda maior.
A CPAD publicou inicialmente a obra completa de Flávio Josefo em três volu­mes, reunindo-a depois num único livro. Agora, apresentamos esta nova edição, também em volume único, porém totalmente revisada e com nova diagramação. Com isso, pretendemos colocar à disposição dos nossos leitores um trabalho com a qualidade editorial exigida por uma obra de tal envergadura.




31 de março de 2010

Conselhos sobre Música



O povo do advento, qual peregrino neste mundo, avança em direção a um mundo melhor. O futuro pare¬ce irromper já no presente; pois seu coração transborda de júbilo, e sua experiência se reflete em seus cânticos.

Embora não se questiona a importância da música na experiência cristã, discussões têm surgido quanto ao critério de sua seleção. - Deveríamos entoar apenas nos hinos tradicionais do cristianismo ou poderíamos acompanhar também a evolução musical de nossos dias? É a escolha da música uma questão individual ou existem critérios a serem seguidos?

A questão se afigura realmente complexa e de difícil solução; mas neste livro podem ser encontrados alguns princípios relevantes, extraídos dos escritos de Ellen G. White, que permitirão uma avaliação mais detida do assunto, provendo critérios adequados para a seleção da música ouvida e executada em nosso meio. - Alberto Ronald Timm Diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White.



18 de março de 2010

Preparação para a Crise Final - Fernando Chaij



Este livro é dedicado aos queridos irmãos da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Sua finalidade é apresentar, até onde for possível, em ordem lógica e cronológica, os tremendos acontecimentos que hão de marcar as últimas horas da história do mundo e da igreja de Deus em sua marcha triunfante para a meta gloriosa da segunda vinda de Cristo.A obra contém uma grande quantidade de passagens das Escrituras e trechos escolhidos dos escritos de Ellen G. White, intercalados com comentários que ajudam a entender sua mútua relação. Foi nossa intenção que as mensagens inspiradas por Deus sejam o fundamento de tudo que aqui se apresenta.A primeira sugestão de que publicasse uma obra como esta perten-ce ao Dr. David A. DeLima, um ativo missionário não assalariado que trabalha na República do México. Ele nos enviou um manuscrito com uma compilação parcial de citações do Espírito de Profecia, as quais ti-vemos ocasião de examinar com todo o interesse. Isto induziu a Comis-são de Originais da Pacific Press a estudar a idéia e aprová-la em princí-pio. E com o propósito de dar-lhe forma completa e documentada, confi-ou ao signatário a tarefa de preparar o presente livro.Ao recopiá-lo consultamos o panfleto do Pastor R. F. Cottrel, inti-tulado Crise e Vitória (Crisis and Victory), a pequena porém bem atilada compilação do Pastor R. L. Odom, denominada A Crise e a Libertação Final (The Final Crisis and Delivery), e diferentes outros materiais, inclu-indo-se a bem documentada obra Our Firm Foundation (Nosso Firme Fundamento), na qual se reúne a apresentação feita por uma plêiade de eruditos de nossa igreja e estudiosos, por ocasião do Concílio Bíblico realizado em 1952. Nossa fonte fundamental, entretanto, foram os escri-tos do Espírito de Profecia e a Bíblia.O primeiro capítulo, que oferece uma breve vista geral, se apresen-ta como introdução. Nesse se descrevem como em visão panorâmica, os grandes sucessos do imediato futuro. Os diferentes acontecimentos são estudados nos capítulos subseqüentes com uma ampla documentação de textos da Bíblia e de tópicos de Ellen G. White, extraídos de suas descri-ções mais antigas e de suas apresentações mais amplas feitas em datasposteriores. Veja-se o capítulo preparado pelo Pastor Artur L. White: ?Cronologia dos Escritos do Espírito de Profecia.Este livro é publicado como contribuição à grande tarefa de esti-mular o povo adventista a preparar-se para o encontro com o Senhor quando Ele vier para muito breve.


2 de março de 2010

Do Sábado para o Domingo


“É uma obra que se recomenda a si mesma, em virtude do rico conteúdo e do vasto horizonte com que foi concebida e executada. Isto indica a habilidade singular do autor em englobar vários campos a fim de capturar aqueles aspectos e elementos relacionados ao tema em investigação. A orientação estritamente científica da obra não impede que o autor revele suas profundas preocupações religiosas e ecumênicas. Ciente de que a história da salvação não conhece fraturas, mas continuidade, ele encontra, na redescoberta dos valores religiosos do sábado bíblico, um auxílio para restaurar ao dia do Senhor seu antigo caráter sagrado”.



23 de fevereiro de 2010

Quebrando o Codigo da Vinci



Depois da polêmica do livro "Código da Vinci", o autor Darrell L. Bock faz uma investigação histórica de todas as questões apresentadas pela primeira publicação: Quem foi de fato Maria Madalena? Qual a real interpretação dos quadros de Da Vinci como A Mona Lisa e A Santa Ceia? Jesus realmente morreu crucificado ou a verdade é que se casou e teve filhos?

Depois do lançamento da obra de Dan Brown, o professor Bock passou a ser procurado por vários programas de televisão, estudiosos e amigos que pediam a ele, respostas racionais para essas e outras perguntas. Foi com base nestas indagações e interesse do público que o autor resolveu escrever o livro criticando a obra "O Código Da Vinci". A polêmica, então, tornou-se ainda maior, antes mesmo do livro ser lançado. Este livro auxiliára o leitor a entender as motivações que se escondem por trás dos códigos. Segundo o prórpio autor, "há algumas surpresas interessantes, e até alarmantes, no caminho", enquanto você descobre o código mais importante de todos".