31 de outubro de 2007

Atividades p/sabado a tarde em Acampamentos, Projetos Comunitários e como Revitalizar o Culto JA


Atividades p/Sábado a tarde em Acampamentos


Projetos Comunitários


Revitalizando o Culto JA

Fotos Campori Parte 7 - Fotos Encerramento






























































































Parabéns ao sites Jovem Adventista e Blog Ação JA vencedores do CJW em 2007!

RESULTADO DO PREMIO COMUNICANDO JESUS NA WEB - 2007

Prêmio oferecido aos melhores sites adventistas.
Ano que vem estaremos concorrendo, se Papai do Céu quiser... rs

O Prêmio Comunicando Jesus na Web é realizado por fases:

1 - Inscrição - 89 sites inscritos em sete categorias.
2 - Votação do Internauta - 697 votos válidos
3 - Jurados - 18 jurados participaram, 5 jurados avaliaram cada categoria.

O resultado do prêmio e a entrega do troféu para os sites vencedores foi realizado no 1º Encontro do GADW, no dia 28 de outubro no Colégio da Liberdade.

Segue o percentual de votos dos internautas e a nota final dos jurados:

Categoria Blogs - Sites inscritos = 7 - Total de votos na categoria = 372


Vencedor - Votos = 10,75% - Nota Final = 83,4
Blog Ação JA

2º Lugar - Votos = 54,42% - Nota Final = 69,6
Blog Michelson Borges

3º Lugar - Votos = 15,59% - Nota Final = 64,8
Blog SOS Líder JA

Jurados: Eli Mendonça (APAC), Guilherme Silva (UCB), Ivo Mazzo (AAmO), Juliano Rodrigues (UEB), Vinicius Assef (Portal da Bíblia).


Categoria Evangelismo - Sites inscritos = 12 - Total de votos na categoria = 360


Vencedor - Votos = 21,11% - Nota Final = 96,2
Rede Maranatha

2º Lugar - Votos = 24,17% - Nota Final = 85
Bíblia OnLine

3º Lugar - Votos = 18,06% - Nota Final = 73,6
Sábado - Dia Mundial da Alegria

Jurados: Belker Foster (GADW), Juliano Rodrigues (GADW), Lídia Braga (GADW), Marcio Smolen (IAP), Vinicius Assef (Portal da Bíblia).


Categoria Ministério Jovem - Sites inscritos = 15 - Total de votos na categoria = 306


Vencedor - Votos = 12,09% - Nota Final = 83,6
Jovem Adventista

2º Lugar - Votos = 25,16% - Nota Final = 80,4
Central de Diretores JA

3º Lugar - Votos = 19,61% - Nota Final = 69,4
JA - Online


Jurados: Cícero Cavalcante (GADW), Helen Candido (IAP), Ivo Mazzo (AAmO), Tiago Moisés (APS), Wilian Souza (GADW).


(Colocamos apenas os vencedores dos assuntos relacionados ao blog, p/ver a lista completa de vencedores acesse o site do GADW).

Gostariamos de parabenizar também a todos os concorrentes pelo trabalho fizeram!



Continuem assim! Que Deus seja louvado por esse trabalho!

30 de outubro de 2007

Video Revista errada



Tem coisas que a gente não faz por falta de oportunidades...


Outras, por principios.



Como nos pediram, iremos postar o video e o link p/baixar.


Nove coisas que Deus não vai perguntar no dia de Sua volta:

1... Deus não vai perguntar que tipo de carro você dirigiu. Ele vai perguntar quantas pessoas você levou que não tinham transporte.

2... Deus não vai perguntar o tamanho da sua casa. Ele vai perguntar quantas pessoas você recebeu na sua casa.

3... Deus não vai perguntar sobre as roupas que você tinha no seu roupeiro. Ele vai perguntar quantos você ajudou a vestir.

4... Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário. Ele vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.

5... Deus não vai perguntar qual era o nome do seu trabalho. Ele vai perguntar se você fez o seu trabalho da melhor maneira possível.

6... Deus não vai perguntar quantos amigos você teve. Ele vai perguntar de quantas pessoas você era amigo.

7... Deus não vai perguntar em que bairro você vivia. Ele vai perguntar como você tratou os seus vizinhos.

8... Deus não vai perguntar sobre a cor da sua pele. Ele vai perguntar sobre o conteúdo do seu caráter.

9... Deus não vai perguntar por que você levou tanto tempo para procurar a Salvação. Ele irá amavelmente levar você para a sua mansão no céu, e não para os portões do Inferno (sepultura, morte eterna).

29 de outubro de 2007

Programa com músicas CD Jovem 2006


Programinha que tem todas as Músicas e letras do CD Jovem 2006. Facinho de usar e não precisa nem instalar.



Como organizar uma Semana de Oração JA, Pesquisa Revista Exame e Sermão p/o Dia do Jovem Adventista


Como organizar uma Semana de Oração JA

Pesquisa Revista Exame

Sermão p/o Dia do Jovem Adventista

26 de outubro de 2007

JA imperdivel desse sábado!


Nesse sábado vai ter o JA sobre o Campori... sábado passado não teve como fazer por causa do reencontro do seminário das madrugadas.
Teremos fotos, vídeos, homenagens, e muito mais!

Você não pode perder!

Tema Jovem 2008 - Vivo Por Jesus - Filosofia do Tema

VIVO POR JESUS


Este será o significativo e poderoso tema do Ministério Jovem no ano de 2008, que apóia a ênfase mundial do Ano do Sacrifício. Ele vai servir como base de sustentação espiritual e de ação missionária para cada jovem adventista no continente Sul-Americano. É necessário trabalhar arduamente com os jovens e pelos jovens “a tempo e fora de tempo”, para que Jesus volte em nossos dias e em nossa geração.


“Vivo Por Jesus” deverá ser mais que um slogan motivacional comum, será o estilo de vida de cada jovem adventista em nosso território. Viver por Jesus, é viver em função dos princípios bíblicos e dos ideais espirituais. Jovem, é chegado o tempo de viver com Ele e para Ele.


“Vivo Por Jesus” significa viver cada instante e cada momento com Ele e ser impulsionado a viver pelo próximo, através de atitudes práticas. Cristo sustenta a cada um com o dom da vida e com a riqueza da saúde. O Salmista fala sobre segurança do seu sustento pessoal: “Deito-me e pego no sono; acordo, porque o Senhor me sustenta.” Salmos 3:5.


“Vivo por Jesus” trabalha com quatro ênfases especiais que deverão ser apresentadas aos jovens:


SALVAÇÃO:

1 – Viver em função de Jesus e viver mantido por Ele. Tudo isso só será possível através da oração particular, da leitura da Bíblia e do Espírito de Profecia, e do testemunho pessoal de Jesus para todos os amigos. A grande motivação é viver por Jesus.


2 – Viver em função do bem-estar integral da família. Trabalhar para que a família desfrute das bênçãos terrenas sem perder de vista o céu e a eternidade. O jovem deve trabalhar e orar pela família como o seu “primeiro e mais importante campo missionário”.

SERVIÇO:
3 – Viver e servir a comunidade. Como diz o provérbio popular: “fazendo o bem sem olhar a quem”. O papel de cada pessoa deve ser contribuir para a felicidade e para a salvação de cada morador do bairro e se possível da cidade e ser um instrumento transformador na vida do próximo. Ajude-os a viver também para a glória de Deus.


4 – Viver em função da igreja. Levar o jovem a viver sempre servindo a segunda comunidade – a igreja; levá-lo a doar-se por ela, a sacrificar-se pelo progresso da causa de Deus. O jovem deve estar pronto para usar os dons pessoais para a glória de Deus, não os enterrar, multiplicá-los fazendo uso dos mesmos. Como meios para isso ele deve participar de uma classe bíblica para jovens, de um pequeno grupo de jovens, do ministério da recepção, do coral jovem, do projeto OI Jovem – oração intercessória, de uma dupla missionária ou de uma campanha de evangelismo.
O jovem deve viver como o apóstolo Paulo: “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E esse viver que, agora tenho na carne, vivo pela fé no filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Gálatas 2:20.


“Nos ensinos do apóstolo, Cristo era a figura central. “E vivo”, declarou ele, “não mais eu, mas Cristo vive em mim.” Gál. 2:20. O eu fora apagado; Cristo foi revelado e exaltado.” Atos dos Apóstolos, p. 251.


Viver por Jesus e para Jesus - este é o nosso desafio!


25 de outubro de 2007

Um sonho



Meu Deus, não sei como queres que eu seja teu filho, vivendo nesta miséria que a cada dia aumenta, e faz com que minha crença e pobreza sejam alvo de zombaria e desprezo!
Como queres que eu seja Teu filho se, todos os dias, na hora da refeição meus filhos fazem uma oração sobre um pequeno e velho pedaço de pão?

Meus Deus, o que fazes quando eu e minha família, naquelas noites mais gélidas, deitamos num pequeno pedaço de pano, esticado sobre uma tábua fria no chão?
Como posso eu achar nisto o grande tesouro que Tu prometeste? Como posso eu me considerar premiado, por ser um cristão sincero, se até agora nenhuma riqueza o SENHOR me deu?
Mas foi sobre esta mesma tábua fria que, quando com minha família dormia, um sonho o Senhor me concedeu.

Sonhei que um dia, quando na religião eu não mais cria, maior sorte que esta então teria. Sonhei que um grande prêmio na loto tirava, e pensava, SENHOR, que de Ti não mais precisava. Ah, quão enganado eu estava!

Sonhei também que, no outro dia, cedo, mas bem cedo, a minha velha casa, onde pobre mas feliz eu morava, era por mim abandonada. Cercado de novos amigos, de gente que só queria o meu bem, para trás e para ela eu já não mais olhei. Dali, com minha família eu saí, pois uma grande casa me esperava, e nesta grande casa um banque me aguardava. E eu nem reparei que, naquela mesa onde havia só do bom e do melhor, o pão, que muito me havia alimentado, nem sequer havia sido lembrado.

Algum tempo passou e, quando em um de meus carros andava, cheguei à conclusão de que minha mulher já não mais me agradava. Meus filhos, eles também não queria, pois agora, andando de clube em clube, de festa em festa, com carros e grandes barcos de passeio, eles já haviam esquecido, como eu, que um dia com amor formávamos uma família de DEUS.
Quando em minha casa cheguei, somente algumas peças de roupa apanhei e, na luxuosa sala, em prantos, minha companheira de pobreza abandonei. Mas nem reparei que ela chorava, pois em minha cabeça eu só lembrava da boa vida que agora me aguardava.

Uma outra casa comprei e uma nova mulher dentro dela coloquei.
Um dia, na rua, uma senhora triste encontrei. Parecia que eu já a conhecia, mas foi quando ela falou que eu me recordei, era minha velha e sofrida mãe, que num barro deixei.
Ela, com lágrimas nos olhos, me olhou, e a mim uma ousada frase falou: “Tu já não me conheces mais, já te esqueceste dos dias em que deixei de comer para te dar algo melhor, que passei noites em claro, que passei frio, noites a fio, cuidando de ti. Tu, agora, não és mais meu filho, és um monstro que o dinheiro transformou.”

Ah, que raiva eu tive, e, sobre aquele magro e enrugado rosto, uma pesada bofetada lancei. Logo depois, um guarda me pegou e dali ele me levou. Disse que eu seria preso por agressão; mas quão bondoso ele ficou quando viu um monte de dinheiro sobre a sua mão. Imediatamente fui solto e, quando pelo mesmo caminho retornava, a mulher, em pratos, o seu rosto enxugava. Novamente tive vontade de esbofeteá-la, mas estava tão suja, que nem chegar perto dela eu ousava. Mas, com raiva, o guarda eu chamei e, por mendigar, aquela mulher para a prisão mandei.

Saí dali e fui para casa, mas eu não esperava que lá o meu reinado no seu fim chegava, pois a mulher que era minha nova companheira foi embora, levando com ela todo o dinheiro que tinha, para gastar a vida inteira.

Mas ainda me restavam os carros e a casa. E foi com o dinheiro deles que minha maior desgraça apenas começava. Pois foi certa noite, numa boate famosa e com a cabeça cheia de álcool que, por uma mulher da vida, minha existência eu arrisquei. Meti-me em uma briga e, no meio dela, sob forte estampido, senti-me ferido, enquanto uma bala em meu corpo penetrava. Já medicado no hospital, entre o sofrimento e a dor, é que me lembrei de minha mãe e de minha companheira. Porém, agora delas somente a lembrança restava. Quando novamente usufruí saúde, aquela lembrança em minha mente já apagada estava.

E foi entre o jogo e a bebida que fiquei pobre, outra vez, na vida. Já com fome, e sem meus grandes amigos de bar, resolvi para minha mulher e meus filhos voltar. E foi entre tombos e tropeções que para lá me dirigi. Quando lá cheguei, encontrei em prantos aquela que era a mãe dos meus filhos. E ela, entre soluços, me falou: “Tu destruíste a minha vida, me abandonaste na riqueza, e já te esqueceste o quanto éramos felizes na pobreza. Meus filhos, já não sei por onde andam, provavelmente perdidos por estes caminhos da vida. Mas agora, estou mais consolada, sabendo que és mais infeliz do queu eu.”

Saí dali e fui para um bar, para lá minhas mágoas afogar, e, por ironia da vida, fui preso por beber, pelo mesmo guarda que um dia paguei para minha mãe prender. Fiquei na cadeia alguns dias, e lá encontrei, em um canto da minha prisão, um pequeno pedaço de pão, que voltou novamente a saciar a minha fome. E foi lá, também, que minha mãe encontrei, abandonada e esquecida em um banco da prisão. Seus olhos fundos, marcados pela fome, mal puderam derramar umas últimas lágrimas ao me ver. E seu pranto começou a penetrar em meu cérebro, que parecia querer estourar.

Foi aí que acordei do meu sonho, entre prantos e soluços. E quão feliz fiquei, porque minha família, junto de mim, encontrei! E graças a este sonho, meu amado DEUS, é que, de hoje em diante, vivo como verdadeiro filho TEU. Com toda a minha pobreza, ninguém, meu DEUS, ninguém no mundo, é mais rico do que eu!

24 de outubro de 2007

Proxima programação: Viagem a Antonina!

Nesse domingo o Clube de Jovens estará indo p/Antonina!

Saida: domingo 28/10 às 6h00 da manhã
Retorno: 17h00
Atividades: bóia-cross e rafting

Valor onibus: R$ 12,00 por pessoa (ida e volta!)

Bóia-cross: livre
Rafting: R$ 15,00


Levem lanchinho reforçado, água, roupa própria para as atividades, repelente, protetor solar e muita alegria!

Fotos Campori Parte 6 - Fotos Diversas












































































































Alguns Materiais p/Aventureiros

Tivemos pedidos de materias p/os Aventureiros. Bom, abaixo tem alguma coisa!

Brincadeiras Aventureiros
Jogos e Brincadeiras
Organize Acampamentos

23 de outubro de 2007

Clipes "Queremos Ver" e "Saudade - Sergio Saint"

Queremos Ver - Hino JA

Saudade - Sergio Saint



Você está convertido ou convencido?

Maravilhosa mensagem do Pr. Alejandro Bullón, vale a pena ler, ou se preferir ouça pela site da Rede Maranata (link no lado direito) procurando pelo nome:



MILAGRES NÃO SE EXPLICAM





"No capítulo 3 de São João achamos a história de um homem que não conseguia ser feliz apesar de estar na igreja e ter abundante conhecimento bíblico.
Esse homem cumpria aparentemente todas as normas, esforçava-se para ser um bom membro de igreja, tinha até um cargo de liderança, mas alguma coisa estava errada com ele. Experimentava uma sensação de vazio na alma, faltava em sua vida alguma coisa. O pior de tudo é que ele nem sabia definir o que!

A Palavra de Deus nos faz o seguinte relato: "E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus: porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele. Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus". (S. João 3:1- 3)
É possível que Nicodemos costumasse ficar acordado até as altas horas da noite, sem conseguir dormir. Muitas vezes, deitado na cama, talvez se perguntasse:
- Meu Deus, o que está faltando? Devolvo meus dízimos, guardo o sábado, faço trabalho missionário, canto no coral da igreja, mas sinto que alguma coisa está errada dentro de mim; tenho a impressão de que de nada adianta todo o meu esforço. O que está acontecendo comigo?
Foi talvez numa dessas noites que ele se levantou e procurou Jesus. Sabia onde achá-lo. Seu problema não era falta de conhecimento. A tragédia de Nicodemos estava no fato de nunca ter tido um encontro pessoal com Cristo.
Amparado pelas sombras da noite, dirigiu-se ao lugar que Jesus estava. No fundo, ele tinha vergonha de que os outros o vissem procurando ajuda. Afinal, ele era um líder. Os homens supõem que líderes devem ajudar e não serem ajudados.
Você percebe o drama desse homem? Cheio de teoria, cheio de doutrina, cheio de profecias, sozinho, precisando de ajuda, angustiado, porém impedido, por causa do seu "status", de correr aos pés de Cristo dizendo:
- Senhor, estou perdido! Ajuda-me, por favor.

Não foi difícil para Nicodemos achar Jesus. Cristo estava no Monte das Oliveiras. Seus olhares se encontraram. Era o encontro da paz e do desespero; da calma e da angústia; da plenitude e do vazio; da certeza e da incerteza. Os olhos de Cristo olhavam na alma, viam o coração e irradiavam amor, paz e perdão.

Nicodemos tentou abrir o coração, contar suas tristezas, falar de seus fracassos, da confusão toda que o inquietava, mas não conseguiu. Seu orgulho falou mais alto: "...Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus: porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele." (João 3:2)

Jesus fixou os olhos em Nicodemos e viu através deles uma alma angustiada. Não era de profecias que ele estava precisando, não era de teologia, nem de doutrina: "Jesus porém respondeu, e disse-lhe: na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." (João 3:3)

Em outras palavras:
- Você precisa se converter. Este é seu problema e enquanto você não experimentar o novo nascimento não adianta estar na Igreja, conhecer a doutrina, nem ter um cargo de liderança. Nada substitui a experiência da conversão.
Aquela declaração foi como uma bofetada no rosto de Nicodemos: "Disse-lhe Nicodemos: como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer"? (João 3:4)

E Cristo, com um ar de tristeza nos olhos disse:
- Pare com isso, Meu filho. Você entendeu perfeitamente o que Eu quis dizer. Estou falando de conversão porque este é o ponto de partida de uma vida feliz. Você vive angustiado e triste porque sua cabeça está cheia de doutrinas, leis, normas e regulamentos. Você se sente frustrado porque sempre tentou fazer as coisas da maneira certa e nunca conseguiu. Hoje, querido filho, quero transformar seu ser completamente, e você, em lugar de aceitar, tenta se esconder atrás do preconceito e da ironia?

A história de Nicodemos fica sem conclusão no capítulo três de João, porque, naquela noite, ele não aceitou o convite de Cristo. Era duro demais reconhecer que ele, Nicodemos, o teólogo, o líder, o bom membro de igreja, não era convertido. Nicodemos retirou-se triste e frustrado como veio.

Você acreditaria se eu dissesse que o problema de Nicodemos é também o nosso? Corremos o risco de pensar que, porque estamos na Igreja, batizados, estamos convertidos. Mas não é sempre assim. Não podemos confundir conversão, com convicção. Ambas as palavras soam parecidas, mas têm significados completamente diferentes. A primeira tem que ver com o coração e a vida, a segunda limita-se apenas ao que vai na cabeça.
Um dia desses, alguém nos dá uma série de estudos bíblicos. Aceitamos as doutrinas da Palavra de Deus e finalmente decidimos nos batizar. Aí ao sair do tanque batismal pensamos: "Agora estou convertido".
Convertido? Talvez não seja assim. Estamos convencidos da doutrina, com certeza, mas estar convencido não significa estar convertido. E aí começa toda a confusão. Passamos pela vida como Nicodemos, cheios de teoria e de doutrina, muitas vezes, sabendo tudo isso desde a meninice, porque nascemos num lar cristão, mas vivemos com essa permanente sensação de vazio, de impotência e de fracasso. Queremos amar a Deus e não conseguimos.

Vamos tentar entender melhor este assunto da conversão. Para isso temos que relembrar o Éden. Lá encontraremos Adão e Eva, recém-saídos das mãos do Criador. Eles eram seres perfeitos, tinham sido criados assim, sem propensão para o pecado, com capacidade de obedecer. Eles se deleitavam na obediência. Obedecer para eles era tão fácil como para você é respirar. Não precisavam se esforçar para isso. Tinham uma natureza perfeita.

O problema começou quando eles pecaram, porque nesse instante, eles perderam sua natureza perfeita e adquiriram uma natureza estranha, incapaz de obedecer e que se deleita nas coisas erradas da vida. Chamaremos isso de natureza pecaminosa.

Com essa natureza pecaminosa o homem não consegue mais obedecer. Agora, o que para ele fica simples como respirar são a desobediência e o pecado.
Infelizmente quando nascemos, viemos a este mundo com essa natureza e com ela é impossível obedecer. É isso o que a Bíblia diz: "Pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas?
Nesse caso também vós podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal". (Jeremias 13:23)
"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso: quem o conhecerá?" (Jeremias 17:9)

- Pastor - você deve estar se perguntando - isso quer dizer que eu nunca conseguirei obedecer?
- Do jeito que você nasceu - respondo - com essa natureza que recebeu de seus pais, não.
Foi isto o que Cristo quis dizer a Nicodemos quando falou: "Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus".

Para ilustrar este assunto imaginemos que um dia um lobo comece a observar a vida das ovelhas e depois de um certo tempo chegue à conclusão de que o melhor modo de vida é a vida das ovelhas e decida juntar-se a elas. Para isso, coloca uma pele de ovelha em cima e passa a conviver com elas.

Como você acha que ele se sentirá quando chegar a hora de comer e as ovelhas comerem com prazer o capim verde? Você acha que ele se deleitará comendo capim?
Suponhamos também que ele seja um lobo honesto e não queira voltar atrás na decisão que tomou, você acha que cinco ou dez anos depois ele finalmente aprenderá a gostar de capim? Não, claro que não, porque ele é lobo, com paladar de lobo e com a natureza de lobo.
Continuemos imaginando a vida de um lobo em meio às ovelhas. A princípio talvez ele se esforce para viver exatamente como as ovelhas vivem, embora tudo isso seja contrário à sua natureza. Mas o tempo vai passando, o estusiasmo da decisão que tomou vai diminuindo e finalmente, depois de um ou dois anos, esse lobo não consegue mais ficar amarrado a um tipo de vida alheio à sua natureza. Aí, um dia, quando as ovelhas estão dormindo, ele se levanta em silêncio e vai embora.

Longe do rebanho, tira a pele de ovelha e vive como lobo, come como lobo, enfim, faz tudo que os lobos fazem. Depois de ter dado rédea solta a seus instintos e gostos de lobo, ele retorna, coloca novamente a pele de ovelha e no sábado está com as ovelhas, como se nada tivesse acontecido. Nada? Infelizmente, aconteceu sim, e ele sabe disso e ele chora em silêncio por isso.

Um dia, não conseguindo suportar mais esse tipo de vida, clama do fundo de seu coração:
- Ó Deus, Tu sabes que quero ser ovelha de verdade, mas Tu conheces minha verdadeira natureza, sou um lobo, nasci lobo, não tenho culpa de ter nascido assim. Mas, ó Deus, por favor, não quero ser mais lobo, quero me tornar uma ovelha de verdade. Faze alguma coisa por mim.
E Deus faz o milagre da transformação. Com um toque milagroso, converte esse lobo numa ovelha de verdade, com coração de ovelha, com paladar de ovelha, com mente de ovelha.

É justamente isso o que Deus está prometendo: "Então espalharei sobre vós, e ficareis purificados: de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa carne, e vos darei um coração de carne". (Ezequiel 36:25 e 26)

Pedro disse: "Pelas quais eles nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo". (II Pedro 1:4)

Entendeu meu amigo? Deus está prometendo nos dar uma nova natureza, a natureza de Cristo, que se deleita na obediência. Um novo ser, você compreende? Um ser capaz de amar um ser que queira obedecer, um ser que se deleite em fazer a vontade de Deus. Não é uma promessa maravilhosa? Ninguém vê, porém, o milagre acontece porque a promessa não é humana, é divina.

Desenvolvi o primeiro ano de meu ministério numa favela, em Lima, no Peru. Era um morro habitado por gente necessitada e carente, em sua maioria. Certo dia, andando pelos estreitos caminhos daquele morro, fui surpreendido por um cachorro que começou a latir. Inexperiente, cometi a imprudência de correr e em poucos segundos não era só um, mas um bando de cachorros corria atrás de mim. Assustado tive que empurrar a porta de uma casa e me esconder dos cães enfurecidos. Mas, quando percebi onde estava, preferi que os cachorros me pegassem lá fora.

Era um quarto escuro e pouco ventilado, iluminado por duas velas grandes no centro de uma mesa. Havia um cheiro horrível. Em cima da mesa podia-se ver uma pequena montanha de cinzas de cigarro e folhas de coca. Em torno da mesa, mulheres bêbadas e no chão, garrafas vazias de bebidas alcoólicas.

Em fração de segundos, me vi rodeado pelas mulheres. Pedi desculpas. Expliquei que tinha entrado por causa dos cachorros, mas de nada adiantou. Tive que ser de certo modo, mal educado, e à força consegui sair.

Alguns dias depois, uma daquelas mulheres abordou-me na rua:
- Foi você que entrou em casa outro dia perseguido pelos cachorros?
- Sim - disse - e pedi desculpas mais uma vez.
- Desculpas? - surpreendeu-se - não senhor, acho que nós é que temos que nos desculpar.
Expliquei para ela que eu era pastor e que estava pregando todas as noites, no salão na parte alta do morro e convidei-a para assistir as nossas conferências.
Aquela noite, para minha surpresa, ela esteve lá. Tinha bebido bastante e dormiu durante a pregação. Ela retornou todas as outras noites, sempre bêbada, dormia enquanto eu pregava.
Um dia, ela me procurou:
- Pastor - disse, angustiada e cheirando a álcool - preciso falar com o senhor. Minha vida é uma tragédia. O senhor pode pensar que eu não entendo nada do que fala porque sempre estou bêbada, mas infelizmente, entendo tudo pastor, e estou desesperada.
Olhei para ela com simpatia. Era fácil ver no rosto, nos olhos, nas lágrimas que resistiam em sair, a tragédia de uma vida sem Cristo. Ela era uma alcoólatra inveterada.

- Pastor - ela continuou - eu tive uma família bonita, um marido honesto e trabalhador e filhos maravilhosos. Não vivíamos na abundância, mas nunca faltou o pão de cada dia, até que fiquei viciada na bebida. Não sei como aconteceu. Cheguei a um ponto em que a bebida era o mais importante em minha vida. Às vezes meu marido chegava à noite cansado de trabalhar e me achava bêbada, os filhos com fome e abandonados. Esse foi o início da desgraça. Ele começou a me bater, mas nem assim eu parava de beber. A vida em casa tornou-se insuportável. Um dia, enquanto ele estava no trabalho, tive a coragem de pegar minhas roupas e abandonar o lar, o marido e os filhos, o menor dos quais tinha apenas dois anos. Aí, vim morar neste morro onde, para sobreviver, me entreguei a uma vida de promiscuidade e abandono.

Doía muito ver como o pecado arruina completamente a vida de uma pessoa e a leva muitas vezes a cometer coisas que a própria pessoa não entende depois.
- Todo este tempo em que estive assistindo às conferências - seguiu falando a mulher - tenho sentido que minha vida não pode continuar assim; tenho que parar de beber. Mas pastor, quando estou lúcida, lembro de meus filhos, de meu marido e a angústia toma conta de mim, então, para esquecer torno a beber e assim minha vida entrou num círculo vicioso.

A promessa de Deus é que "Ele nos libertará das concupiscências deste mundo". "Ele nos manterá sem queda". "Ele nos dará uma nova natureza". "Ele transformará o nosso ser". E foi isso o que aconteceu com aquela mulher. Desde o fundo do poço de desespero e culpabilidade, desde as profundezas das sombras de miséria e angústia, ela clamou a Deus: "Ó Senhor transforma meu ser, muda o rumo de minha vida, liberta-me da escravidão do vício que me domina, dá-me uma nova natureza". E Deus a ouviu. Ninguém viu, mas o poder de Deus criou uma nova criatura.

Ela largou a bebida, mas passou a conviver com a tristeza do abandono do marido e dos filhos. Era uma realidade lacerante e fazia sangrar o coração. Doía vê-la sofrendo e foi por isso que procurei seu marido.

Homem bom, aquele. Levantava-se toda manhã de madrugada, preparava a comida para os filhos e rumava para o trabalho. O garoto mais velho de doze anos, esquentava depois os alimentos para os irmãos mais novos. O homem retornava para casa à noite, cansado e ainda tinha que arrumar a casa e lavar a roupa. Era uma vida sacrificada.
Foi difícil falar alguma coisa vendo um quadro semelhante. Finalmente, após algumas visitas, disse para ele que vinha em nome da esposa. Ele mudou de atitude.
Quase cuspindo fogo pelos olhos, disse:
- Não me fale dessa mulher, ela arruinou minha vida e a vida dos meus filhos, aliás, ela acabou com a nossa vida porque o que nós vivemos hoje não é mais vida.
Os dias foram passando e com o tempo tornamo-nos amigos. Falei para ele que a esposa que o abandonara tinha morrido, que hoje aquela era outra mulher, que não bebia mais e que sofria por ter abandonado a família.

O Espírito de Deus consegue coisas que para o homem são impossíveis. Meses depois, ele aceitou ver a esposa. Marcamos o encontro. Aquela noite orei a Deus e pedi que fizesse mais um milagre na vida dessa mulher, que tocasse o coração daquele homem, que reconstruísse aquele lar desfeito pelo pecado.

Existem momentos que marcam a vida para sempre. Aquele foi um desses momentos na minha vida. Lá estava o marido, rodeado dos filhos. A mulher aproximou-se e caiu aos pés deles.
- Perdoem-me - disse ela chorando - perdoem-me, eu não mereço, mas por favor me perdoem. Já perdi todos os direitos que tinha, não sou ninguém, apenas quero que me permitam cuidar de vocês. Serei uma serva, nunca reclamarei de nada, só quero ficar perto e cuidar de vocês e fazer tudo o que deixei de fazer...

Foram momentos dramáticos e emotivos. No silêncio do coração continuei orando. De repente o homem levantou a mulher e perguntou:
- Você não bebe mais?
- Não. Há meses que Cristo tirou a bebida de mim.
- É inacreditável - completou o marido emocionado.
- Quando o pastor falou que você não bebia mais, eu não acreditei, quis conferir com meus próprios olhos, mas é verdade, você não bebe mais. Você diz que Cristo foi que tirou a bebida de você? Então eu quero conhecer o Cristo que foi capaz de fazer esse milagre.

Meses depois tive a alegria de ver batizados aquele homem, sua mulher e o filho mais velho de doze anos.
Como Deus transforma? Não sei. Mas eu sei que Ele é capaz de mudar. Ao longo de meu ministério tenho visto muitas vidas transformadas. Marginais, jovens viciados em drogas, bêbados, homens e mulheres que pareciam não ter mais esperança de recuperação. E se Deus foi capaz de transformar todos eles, não poderá também transformar nosso ser?
- Pastor - você dirá - eu não sou um marginal, bêbado ou drogado!
Eu sei. Mas Nicodemos também não era assim, e Cristo disse para ele:
- Você tem que nascer de novo, você precisa que Eu mude sua vida, você precisa de uma nova natureza".
Isso não é maravilhoso? O milagre da conversão pode acontecer. Com você, comigo, com qualquer um que O aceitar.
Deus quer fazer um milagre em você: o milagre da conversão.
Espero que você diga em seu coração:

- Senhor, eu aceito o milagre!

22 de outubro de 2007

Fotos Campori Parte 5 - Viagem Ilha do Mel










































































































































































Algumas fotos da viagem que fizemos p/Ilha do Mel, na sexta-feira 12/10/2007.